Crescendo juntos/as!

O confinamento obrigatório para enfrentar a pandemia têm nos feito voltar a nossa atenção e cuidado para o mundo mais perto: a nossa família e amigos/as, a comunidade a que pertencemos. O nosso país, a humanidade. Isto tudo numa gradação concêntrica.

Cuido mais de mim mesmo, de mim mesma. Amo a mim mesmo, a mim mesma. Amo as minhas qualidades. Gosto mais de mim. Deixo de viver apenas para cumprir tarefas. Me permito momentos de prazer. Desfrutar a vida. Me divirto mais. Não preciso carregar o mundo nas minhas costas. É pesado demais.

De mais a mais, na verdade, o mundo é que me carrega, e não o contrário! Deixo de me torturar com exigências de perfeição. O capitalismo e a sociedade de classes, com todas as suas mazelas, já eram antigos no tempo de Jesus Cristo.

Eu não posso, não quero e não vou desperdiçar os anos de vida que me restam, combatendo aquilo que não muda ou muda muito pouco. Prefiro aplicar as minhas energias para viver feliz. Isto é uma mudança radical. Não significa que eu vá dar as costas à inclusão social. Este é um eixo da minha vida.

Acolher, acolher, acolher as diferenças, dentro e fora de mim. Ser menos tirânico/a comigo mesmo/a. Me amar do jeito que sou. Estas são coisas que aprendo na vida em relação. Na escuta de mim mesmo/a e no crescimento comunitário. É o fazermos juntos/as que nos une.

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