Campanha lança 30 candidaturas indígenas em 20 estados, em iniciativa unificada inédita

Por DW Brasil

Em uma articulação sem precedentes, 30 candidaturas de movimentos indígenas em 20 estados se lançam este ano na disputa aos Legislativos federal e estaduais, tendo como base uma agenda comum de enfrentamento à degradação do meio ambiente e às violações de direitos dos povos originários. Desse total, 12 concorrem à Câmara dos Deputados e 18 tentam uma vaga nas assembleias legislativas de 15 estados. A lista de candidaturas foi publicada nesta segunda-feira (29) no site da Campanha Indígena.

A mobilização é capitaneada pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib). Outras sete organizações regionais também participam, como a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab); Conselho do Povo Terena; Articulação dos Povos Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (Apoinme); Grande Assembleia do povo Guarani (Aty Guasu); Comissão Guarani Yvyrupa (CGY); Articulação dos Povos Indígenas do Sudeste (Arpin Sudeste) e Articulação dos Povos Indígenas da Região Sul (Arpin Sul).

As candidaturas prometem “aldear a política”, combatendo os retrocessos impostos pelo atual governo do presidente Jair Bolsonaro (PL). “Com relação aos nossos povos, considerados por esse governo como minorias inferiores, houve um desmonte sem precedentes das instituições e políticas específicas conquistadas por nós a partir da Constituição de 1988”, diz o manifesto conjunto das candidaturas.

Para a presidência da República, sem citar nomes, a campanha defende a escolha por uma candidatura “que tenha compromisso com as lutas e reivindicações históricas das maiorias oprimidas e excluídas”. Para o Legislativo, pregam o apoio a candidatos que “se identifiquem com a defesa da democracia, da justiça social, dos direitos humanos, do meio ambiente, da soberania nacional e dos nossos direitos fundamentais”.

As candidaturas prometem “aldear a política”, combatendo os retrocessos impostos pelo atual governo do presidente Jair Bolsonaro (PL). “Com relação aos nossos povos, considerados por esse governo como minorias inferiores, houve um desmonte sem precedentes das instituições e políticas específicas conquistadas por nós a partir da Constituição de 1988”, diz o manifesto conjunto das candidaturas.

Para a presidência da República, sem citar nomes, a campanha defende a escolha por uma candidatura “que tenha compromisso com as lutas e reivindicações históricas das maiorias oprimidas e excluídas”. Para o Legislativo, pregam o apoio a candidatos que “se identifiquem com a defesa da democracia, da justiça social, dos direitos humanos, do meio ambiente, da soberania nacional e dos nossos direitos fundamentais”.

Fonte: Rede Brasil Atual

(29/08/2022)

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