Bloco do INCA “Tá na Hora de Doar” destaca a importância da doação

Com enredo composto por Clóvis Pê e Gilson Bernini, o Bloco da Solidariedade tem bateria, mestre-sala e porta-bandeira da Escola de Samba Beija-Flor de Nilópolis. Leia mais.

“Tá na hora de doar”. Com esse enredo, de Clovis Pê e Gilson Bernini, o Bloco da Solidariedade da Campanha de Doação de Sangue do Instituto Nacional de Câncer – INCA se apresentará na próxima segunda (16/2), às 11h, no pátio do prédio da Coordenação de Administração do Instituto, na Rua do Rezende 128, Centro. O tema chama a atenção para a importância da doação de sangue, principalmente na época do Carnaval, quando o estoque do Banco de Sangue do INCA fica reduzido em 50%, devido à baixa procura por parte dos doadores. A meta é conseguir 450 doações de sangue, de 16 a 20 de fevereiro.

À frente do Bloco da Solidariedade – composto por funcionários, pacientes do INCA e familiares, além de componentes da Escola de Samba Beija-Flor de Nilópolis – estará a bateria da azul-e-branco com sua rainha, Raíssa Oliveira. O mestre-sala da Beija-Flor, Claudinho, e a porta-bandeira, Selmynha Sorriso, também prometem um show à parte. Já os bailarinos Carlinhos de Jesus e Ana Botafogo, padrinhos da campanha, darão um tempero especial ao espetáculo, com muito samba no pé.

No enredo, composto especialmente para a campanha, Clovis Pê e Gilson Bernini, após clamarem a população para doar (“Tá na hora de doar. Toma atitude você também”), lembram que “doar o sangue é um gesto de amor”. Os compositores destacam ainda que “quem precisa dessa doação é um irmão que não pode esperar…”.

Doação

Depois dos hospitais de emergência, o Instituto Nacional de Câncer é a unidade pública de maior movimento de pacientes no Rio. Além das cirurgias, os pacientes em tratamento quimioterápico ou radioterápico e os que têm leucemia necessitam de transfusões de sangue regularmente. Para atender a demanda, o Instituto precisa, em média, de 1.600 doadores por mês.

O procedimento para a doação de sangue é muito simples. Depois de passar por uma entrevista que avalia se o voluntário está dentro das condições ideais de doação, é retirada uma bolsa com aproximadamente 450 ml de sangue. Todas as etapas duram cerca de 50 minutos e o doador estará realizando um ato solidário, essencial para o tratamento dos pacientes do Instituto. “Todo o material utilizado para a coleta do sangue é descartável e o doador não corre qualquer risco”, afirma Iara Motta, chefe do Serviço de Hemoterapia do INCA.

Qualquer pessoa entre 18 e 65 anos, em boas condições de saúde e que esteja pesando mais de 50 kg pode doar sangue. Os homens podem doar de 2 em 2 meses, até 4 vezes ao ano e as mulheres podem doar de 3 em 3 meses até 3 vezes ao ano. O Banco de Sangue do INCA situa-se na Praça Cruz Vermelha, nº 23, no Centro do Rio de Janeiro e funciona de segunda a sexta, das 7h30 às 14h30 e aos sábados, das 8h às 12 horas.

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