Caroline Barros é graduada pela Faculdade de Direito da Universidade Federal Fluminense, advogada tributarista e livre pesquisadora em direito e sociologia. Mestranda, em breve. É criadora do Projeto Mediar, ao qual busca através da arbitragem…
Mês: fevereiro 2010
Da Redação CartaCapital Após a derrota democrata em novembro de 2010, o presidente Barack Obama fecha o Congresso, declara-se o “imã perdido” (líder legendário dos xiitas) e dá um “golpe de Estado marxista” em conluio…
Mika canta “Grace Kelly” no programa cultural norte-americano “Later with Jools Holland”.
Como o povo já dizia: Quem não tem o que dizer, fala o que não deve. Vejam na prática em nota publicada pela Revista Veja de 31 de janeiro de 2010 ao qual passo a…
Para quem gosta de jornalismo, boa informação, princípios. Para quem ainda julga as coisas como elas são, questiona, duvida. Este é um filme absolutamente essencial. Al Pacino, interpretando um jornalista numa cena real nos anos…
Neste artigo é analisada a discusão com o general que foi eleito pelo senado para o Tribunal Militar, e sua atitude homofóbica. Em concordância com ativistas européus e americanos, defendo a teoria de que a comunidade gay não deveria tentar integrar-se a uma instituição que viola TODOS os Direitos Humanos desde a origem da humanidade.
Em suma, é muito bom assistir um filme despretensioso, que consegue reinventar nossa maneira de ver o mundo e nos deslumbrar enquanto isso. Definitivamente recomendado para todas as idades.
Desses intermináveis 118 minutos, há alguns bons momentos, como a última canção de Marion Cottillard, o carisma de Daniel Day Lewis e a deslumbrante Penélope Cruz, cada vez mais talentosa que quase te fazem sorrir. Mas no geral, infelizmente, é um desperdício de tempo e dinheiro.
Isso é FHC. A exigência egóica de ser admirado o torna, paradoxalmente, um líder sem liderados. Para quem acredita que fez um grande favor ao mundo nascendo, sua irritabilidade é permanente e justificada…



