A Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navi Pillay, manifestou nesta quinta-feira (09/12) preocupação com os relatos da pressão exercida a empresas privadas para interromper os serviços financeiros ou de Internet do WikiLeaks – meio de comunicação que revelou mais de 250 mil documentos da diplomacia dos EUA e iniciou uma violenta resposta por parte dos governantes estadunidenses.
Pillay disse que, se tomadas em seu conjunto, as medidas podem ser interpretadas como uma tentativa de impedir a publicação de informações da Wikileaks, violando seu direito à liberdade de expressão.
“Estou preocupada com relatos sobre a pressão exercida pelas empresas privadas, incluindo bancos, companhias de cartão de crédito e provedores de Internet, para fechar linhas de crédito para doações para Wikileaks, bem como para impedir que hospedem seu site”, disse ela em entrevista coletiva. (Com Reuters/Stephanie Nebehay)
Leia o posicionamento completo no site da ONU, em português, clicando aqui.
Jornalista, 44, com mestrado (2011) e doutorado (2015) em Comunicação e Cultura pela UFRJ. É autor de três livros: o primeiro sobre cidadania, direitos humanos e internet, e os dois demais sobre a história da imigração na imprensa brasileira (todos disponíveis em https://amzn.to/3ce8Y6h). Saiba mais: https://gustavobarreto.me/

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