“Uma Cidade Que Lê”

foto.Este programa incentiva a leitura em jovens. Uma participante que mora em Santa Luzia (PB) escreveu este texto, de rara beleza.

“Acho tão chato isso de as vezes não saber como começar um texto, principalmente quando sei que, boa parte das ideias que irão vir durante a escritura de tal, serão sobre você.

É tão triste o fato de não poder vê-lo ou ao menos de poder sentir o seu perfume, mesmo sabendo qual você usa, pois teu cheiro é único.

Sinto a nobre vontade de conhecer seu aroma, sentir a tua ternura e beijar a sua doçura. Me enfado de dor no peito, a longa e duradoura dor de amor, mesmo sabendo que ninguém morre de amor, mas sei que eu seria capaz de morrer por amor, talvez não por você, mas por amor sei que sou capaz até da última circunstância a ser pensada.

Penso que muitas vezes que tento ser melhor e me tornar única, faz com que eu desvie do objetivo inicial, no qual seria apenas ser eu mesma.

Com o decorrer do tempo, tornei-me a entender que, cada pessoa é única para alguma pessoa, você pode não ser o único filho da sua mãe, mas possa ser que seja o único com as mesmas manias dela, assim como para mim, eis o único que tem a mania de me fazer feliz.

Felicidade, uma vez pensei, “o que será a felicidade?”, depois de algum tempo, pude entender que a felicidade vem de pequenas coisas, em pequenos momentos, para que possamos desfrutar o melhor do sentimento.

Hoje, sei que serei apenas mais uma de muitas as quais escreverão para você, mas dedico todo o meu puro sentimento de amor.” – Ana S. Queiroz

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