Não é uma luta de boxe, mas todo o espetáculo da Lava Jato, que vem ocorrendo coincidentemente com datas próximas aos julgamentos de impugnação da chapa Dilma-Temer, me faz lembrar um clássico duelo de boxe que teve aqui no Rio de Janeiro.
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A disputa iniciava-se antes do jogo. A ânsia de ganhar na adedanha era sinal de que os antagônicos da disputa iriam batalhar a composição da equipe nome por nome. Toninho, para variar, ganhava o primeiro duelo: já notara por muito tempo que Rafael, o adversário, sempre colocava os cinco dedos da mão esquerda na disputa numérica.
