Terapia comunitária e sofrimento psíquico no sistema familiar: um enfoque baseado no novo paradigma da ciência

Por Mariana Albernaz Pinheiro de Carvalho, Maria Djair Dias , Sandra Aparecida de Almeida, Rosa Lúcia Rocha Ribeiro, Priscilla Maria de Castro Silva e Maria de Oliveira Ferreira Filha

Neste artigo se analisam os comportamentos adotados por familiares que lidam com entes em sofrimento psíquico, no âmbito das relações estabelecidas no sistema familiar, depois de participarem de rodas de Terapia Comunitária. Pesquisa de abordagem qualitativa que utilizou o método da pesquisa-ação-intervenção. A intervenção utilizada foram doze rodas de Terapia Comunitária. Fizeram parte do estudo dez familiares de pessoas em sofrimento psíquico acompanhadas em um Centro de Atenção Psicossocial. Como técnicas de produção do material empírico foram utilizados os registros do caderno de campo, os vídeos obtidos com a gravação das rodas de Terapia Comunitária, o material das entrevistas e a própria Terapia Comunitária.

O estudo revelou que a compreensão dos familiares acerca do sofrimento psíquico pôde ser transformada na medida que atribuíam novos significados e realizavam ações fundamentais ao convívio equilibrado na família. A Terapia Comunitária pôde ser elucidada como uma prática que facilitou mudanças na vida de seus participantes, pois contribuiu para gerar interações sociais e individuais que estimularam os familiares a repensarem conceitos e a criarem espaços de convivência e cuidado humanos e respeitosos que se difundiram para o sistema familiar.

Leia na íntegra:

http://www.cienciaesaudecoletiva.com.br/artigos/terapia-comunitaria-e-sofrimento-psiquico-no-sistema-familiar-um-enfoque-baseado-no-novo-paradigma-da-ciencia/17847?id=17847

Fonte: Revista Ciência e Saúde Coletiva

Número especial 25 anos. (2020)

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