A Reitoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) emitiu há pouco comunicado, se antecipando a matéria que será veiculada no ‘Fantástico’, da TV Globo, em que repudia o caráter alarmista e sensacionalista das…
TV Globo
“Sou amigo do Ricardo Teixeira mesmo, sou amigo da Globo mesmo, apesar de ser gângster, não tenho problema não. Agora, eu vejo meu clube”, diz André Sanches, presidente do Corinthians em vídeo amador exibido pela Rede Record este ano.
Entre outros gastos, aluguel do espaço na Marina da Glória foi de R$ 3,7 milhões. Os R$ 30 milhões foram destinados à Geo Eventos, empresa que pertence às Organizações Globo e ao Grupo RBS. Tudo sem licitação.
Crise humanitária na Somália continua matando diariamente e pelo menos 720 mil crianças podem morrer de fome, segundo alerta do UNICEF, na região conhecida como ‘Chifre da África’. Qual critério editorial permite omitir esta informação?
Depois de oito anos fora do Brasil, a jornalista Cristina Guimarães, 47, colega de Tim Lopes –que ganhou o Prêmio Esso em 2001 pela série “Feira das drogas” veiculada no Jornal Nacional, da TV Globo, mas foi morto por traficantes do Rio de Janeiro no ano seguinte– afirma que vive de luto e teve que reconstruir a sua vida após fugir do país sob ameaças de traficantes. Do UOL Notícias.
A boa notícia está no BlueBus: Segundo medição nacional do Ibope, a Globo fechou outubro com uma das piores médias/dia da sua história – 17 pontos e 41% de share (participaçao entre televisores ligados). Em…
Devemos ficar sempre atentos. “Foi há muito tempo”, minimizam alguns. No entanto, na sociedade do espetáculo, devemos lembrar que a percepção ainda é mais importante que a realidade (infelizmente). A comunicação – enquanto ferramenta e…

“O Bem Amado” é a cara de Guel Arraes. Ritmo perfeito e atores em ótima forma. Mas, lançado em plena campanha eleitoral, o filme pode ser objeto de interpretações paranóicas.
Governistas podem achar que Odorico e seu populismo demagógico representariam Lula. Já os oposicionistas seriam representados pelo jornalista Vladimir. O personagem usa meios oportunistas e desonestos para se opor a Odorico.
O filme dá pouco espaço a esse tipo de interpretação. Sua pretensão parece ser a de servir como uma advertência contra corrupção política em geral.
Mas uma super-produção da Globo não chega ao grande público sem fortes intenções ideológicas. A maior delas é a banalização da política. A indiferença em relação à corrupção e negociatas de interesses. O sentimento de que todos são iguais em sua baixeza e desonestidade.
Algo que se reforça ainda mais num quadro em que as principais candidaturas mal conseguem explicar o que as diferencia. As eleições tornam-se uma dança das cadeiras. Um leilão para ver quem oferece o melhor lance pela estabilidade do sistema de dominação e exploração. Sendo assim, melhor deixar a política para os políticos.
Uma situação dessas é a mais confortável para os poderosos. É a política institucional como comédia, com resultados trágicos para os explorados. A estes caberia responder com sua própria política. Aquela construída em suas associações, sindicatos, partidos. Produto das lutas, manifestações, greves. Mas estes instrumentos foram esvaziados pela “esquerda” que ocupa o poder temporariamente.
Nestas eleições, a burguesia está de camarote, segurando a carapuça de Odorico. São muitos os que se estapeiam para vesti-la.
Sérgio Domingues
http://pilulas-diarias.blogspot.com
Anderson Scardoelli, do Comunique-se. A ministra de Turismo do Paraguai, Liz Rosanna Cramer Campos, escreveu uma carta ao SporTV criticando a matéria produzida pelo canal no dia 01/07 e afirma que pedir desculpa “não é…



