O prédio havia sido ocupado por cerca de 5 mil moradores há 11 dias. Pelo menos um morador ficou cego de um olho, com outras dezenas de feridos. Ataques da Polícia Militar não pouparam nem mesmo crianças ou mulheres grávidas.
Rio de Janeiro
TKCSA, investigada por causar danos ao ambiente e à saúde da população do Rio de Janeiro, citou a Fiocruz de forma indevida em material institucional distribuído em audiência pública, segundo a própria instituição.
Quando os manifestantes se posicionavam para uma foto final, PMs começaram a fazer revistas indiscriminadamente em uma clara atitude de provocação. Daí para frente o que se viu foram novas cenas da ação desta que é, talvez, uma das polícias mais reacionárias e assassinas do mundo.
Revoltados, moradores soltaram o verbo e disseram que, além das cobranças abusivas, nada mudou na favela depois da chegada das UPPs.
Na Praça do Conhecimento, no Complexo do Alemão, policiais filmavam nesta terça-feira (17) uma reunião em que lideranças locais e de favelas de diferentes pontos do Rio debatiam as violações de direitos humanos na cidade.
Segundo moradores, ataque da Polícia Militar teria acontecido na Biblioteca Parque de Manguinhos. Outras violações de direitos humanos foram relatadas.
Neste sábado (22), trabalhadores e os que saíram em sua defesa — entre eles, uma mulher — são então agredidos com empurrões e rasteiras.
No meio de tantos episódios de tragédia e violência relacionados com a polícia e a comunidade, movimento nascente da sociedade civil apresenta o potencial de quebrar um padrão histórico de políticas de segurança pública desrespeitosas e desumanas em favelas.
Está n’O Globo: “Criminosos atacam quatro UPPs e ferem chefe da base de Manguinhos (…) Em nota, Cabral disse que essa é mais uma tentativa da marginalidade de enfraquecer a política vitoriosa da pacificação, que…
