Depois de oito anos de governos tucanos e mais dez de governos petistas, as telecomunicações brasileiras são um fracasso total. Os serviços são de qualidade duvidosa, caros e não estão disponíveis para todos os brasileiros. Além disso, o setor é controlado por empresas estrangeiras.
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A maior armadilha do capitalismo é justamente esta: o modo de produção que prega a livre concorrência e o mercado livre chegou a um nível em que sobrevivem apenas enormes e pouquíssimos conglomerados que dominam um ramo de atividade ou estendem seus braços para mais de um setor de serviços e vão, assim, dominando todo o mercado e tornando os consumidores reféns.
O pedido de plebiscito sobre a concessão do Maracanã à iniciativa privada, encaminhado ontem à mesa diretora da ALERJ com a adesão de 33 deputados, é uma consequência evidente da mobilização popular contra este processo…
Da Agência Pública: “A reforma e a privatização do Maracanã foram tema de uma audiência pública promovida pelo governo do estado do Rio de Janeiro na última quinta-feira (8), marcada por protestos e resistência da…
Por Patrick Granja e Rafael Gomes/ A Nova Democracia No Rio de Janeiro, a destivação do Hospital Central do Instituto de Assistência dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro, o Iaserj, vem revoltando pacientes,…
A saga do prefeito para engordar o bolso de empreiteiras e, de quebra, remover famílias pobres do centro do Rio Publicado na Revista Cordilheira Com uma camisa azul lisa sob um terno preto cuidadosamente engomado,…
Carta Capital Não, não era uma invenção ou uma desculpa esfarrapada. O jornalista Amaury Ribeiro Jr. realmente preparava um livro sobre as falcatruas das privatizações do governo Fernando Henrique Cardoso. Neste fim de semana chega…
Seminário ocorrerá no dia 28 de junho de 2011, de 14 às 21 horas, na UERJ. O Fórum de Saúde do Rio de Janeiro, que articula diversos movimentos sociais, sindicatos, partidos políticos, centrais sindicais, usuários,…
Projeto de Lei Complementar (PLC) 45/2010, do governador Alberto Goldman (PSDB), pretende destinar leitos do SUS para convênios de saúde e atendimento particular. A medida enfrentou protestos de partidos de oposição ao governo tucano e dos profissionais da área da saúde, como médicos, psicólogos e enfermeiros, mas foi aprovada na terça-feira (21) com o apoio da base governista na Casa legislativa paulista.




