Aqueles que deveriam dar moradia as derrubam. O dinheiro dos impostos para isso serve no Rio de Janeiro: atender o interesse dos poderosos. “O morador só vai sentir mês que vem, quando derrubarem a casa…
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Aqueles que deveriam dar moradia as derrubam. O dinheiro dos impostos para isso serve no Rio de Janeiro: atender o interesse dos poderosos. “O morador só vai sentir mês que vem, quando derrubarem a casa…
Uma criança indígena de nove meses da etnia Apurinã morreu na manhã desta sexta-feira (20) na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital da Criança, em Rio Branco, capital do Acre. Além dos Apurinã, que…
(original aqui) Reunida em assembleia, em 17 de janeiro de 2012, a Associação de Moradores e Pescadores da Vila Autódromo comemora a decisão da 5ª Vara da Fazenda Pública, de atender à ação que movemos,…
Dossiê reúne denúncias de violações de direitos humanos na preparação dos megaeventos. Por Joana Tavares, do Brasil de Fato.
Guilherme Marques (Soninho), ativista do Rio Janeiro e pesquisador do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da UFRJ, fala sobre o processo perverso de despejos forçados em todo o Brasil e, especificamente, no Rio de Janeiro.
Guilherme Marques (Soninho), ativista do Rio Janeiro e pesquisador do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da UFRJ, fala sobre o processo perverso de despejos forçados em todo o Brasil e, especificamente, no Rio de Janeiro.
No dia 11 de novembro, ativistas e vítimas de remoções forçadas se reuniram no Rio de Janeiro para entregar uma carta e vídeos-denúncia a integrantes do Comitê Olímpico Internacional (COI) durante uma visita ao Rio.


