“O governo de São Paulo e a Prefeitura de São José dos Campos disseram que não houve uso de armas letais em Pinheirinho”. Conforme se vê na foto abaixo, da AFP, publicada pelo The Guardian….
Direitos Humanos
Diversos integrantes dos Comitês Populares da Copa – que reúnem acadêmicos, moradores de comunidades, movimentos e organizações da sociedade civil – construíram um dossiê sobre os megaeventos e violações de direitos humanos no Brasil, entregue no mês de dezembro às prefeituras das 12 cidades-sede da Copa, na Câmara dos Deputados, no Senado, diversos ministérios e órgãos federais, além de entidades internacionais como a Organização das Nações Unidas (ONU), Organização dos Estados Americanos (OEA) e Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Por Patrick Granja / A Nova Democracia A gravação que acabamos de exibir mostra os últimos momentos de vida do jovem Abraão da Silva Maximiano, de 15 anos, assassinado por militares do exército no Complexo…
A violência é generalizada principalmente nos estados do Pará, Amazonas, Rondônia e Mato Grosso. Por Vanessa Brito – Portal Amazônia.
Guilherme Marques (Soninho), ativista do Rio Janeiro e pesquisador do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da UFRJ, fala sobre o processo perverso de despejos forçados em todo o Brasil e, especificamente, no Rio de Janeiro.
Guilherme Marques (Soninho), ativista do Rio Janeiro e pesquisador do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da UFRJ, fala sobre o processo perverso de despejos forçados em todo o Brasil e, especificamente, no Rio de Janeiro.
Guilherme Marques (Soninho), ativista do Rio Janeiro e pesquisador do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da UFRJ, fala sobre o processo perverso de despejos forçados em todo o Brasil e, especificamente, no Rio de Janeiro.
No dia 11 de novembro, ativistas e vítimas de remoções forçadas se reuniram no Rio de Janeiro para entregar uma carta e vídeos-denúncia a integrantes do Comitê Olímpico Internacional (COI) durante uma visita ao Rio. A carta denuncia a situação de famílias removidas arbitrariamente e pede que o COI tome uma posição contra as remoções forçadas realizadas em nome das Olimpíadas de 2016.
No dia 11 de novembro, ativistas e vítimas de remoções forçadas se reuniram no Rio de Janeiro para entregar uma carta e vídeos-denúncia a integrantes do Comitê Olímpico Internacional (COI) durante uma visita ao Rio.



