Matéria-denúncia informa que órgão ambiental de Minas Gerais vetou construção da barragem de Mariana sem o devido projeto executivo, mas que foi ignorado pelo governo do Estado em 2007.
Atingidos por Barragens
Embate entre Santo Antônio e Jirau sobre o aumento da cota continua e atingidos, que se mantêm sem atendimentos, sofrem às margens das alegações.
Comunicação do Movimento dos Atingidos por Barragens fez um documentário em que se pode entender por que a esse movimento é tão importante. “O desenvolvimento precisa acontecer, mas precisa acontecer para o desenvolvimento do ser humano e não para o capital e do lucro das empresas”, diz liderança.
Comunicação do Movimento dos Atingidos por Barragens fez um documentário em que se pode entender por que a esse movimento é tão importante. “O desenvolvimento precisa acontecer, mas precisa acontecer para o desenvolvimento do ser humano e não para o capital e do lucro das empresas”, diz liderança.
Mais de 3 mil atingidos por barragens de todo o país estão sendo esperados para o Encontro Nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), que inicia nesta segunda, dia 2 de setembro. O evento segue até o próximo dia 5 e acontece na cidade de Cotia, na Grande São Paulo. Além dos atingidos pelas barragens estarão presentes representantes de movimentos, organizações sociais e parceiros de 25 países.
Atingidos pela barragem de Garibaldi montaram um novo acampamento em Abdon Batista, na região serrana de Santa Catarina, com moradores dos municípios de Abdon Batista, Cerro Negro, Vargem, Campo Belo do Sul e São José do Cerrito, para cobrar do consórcio construtor da barragem solução para os problemas sociais criados com as obras.
De 2 a 5 de setembro acontece na cidade de Cotia, na Grande São Paulo, o Encontro Nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), que contará com a participação de mais de 3 mil pessoas de todo o Brasil e representantes de cerca de 20 países.
Suspensão é uma vitória do conjunto das lutas do povo da região. Em maio e junho, os indígenas Munduruku realizaram diversas ações exigindo a suspensão das obras e estudos de barragens nos rios Tapajós e Teles Pires, onde vivem 13 mil pessoas do povo Munduruku.
Ao menos 400 pessoas já foram deslocadas de suas casas por conta da repentina cheia causada pelo barramento provisório da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.


