O Encontro internacional do Sindicalismo Alternativo e de Luta foi aberto na noite desta sexta-feira (22), em Saint Denis, França, conforme o previsto.
A abertura ocorreu na sede do Sindicato SUD Rail (trabalhadores dos transportes terrestres)e o local ficou pequeno para os quase 200 dirigentes sindicais e de diversas organizações que se encontravam no local.
Segundo o membro da Secretaria Executiva Nacional, Sebastião Carlos Pereira, o Cacau, a temperatura era baixa para os padrões brasileiros – menos de 10 graus. “Mas o clima era aconchegante”, comenta.
Após a abertura houve um jantar e, depois, a delegação brasileira realizou uma reunião para organizar a sua participação nos debates, que começaram na manhã deste sábado, em outro local, a Bolsa do Trabalho (Casa dos Sindicatos) de Saint Denis.
O evento conta com a representação de trabalhadores de países como França, Espanha (com representação da Catalunha, Galícia e País Basco), Portugal, Itália, Suíça, Alemanha, Bélgica, Grã Bretanha, Turquia, Argélia, Marrocos, Egito, Argentina, Paraguai, Chile, Colômbia, Peru, Haiti, Canadá, Benin, Brasil e Indonésia.
A delegação brasileira está representada por entidades filiadas à CSP-Conlutas e outras entidades convidadas. Entre elas, representações de petroleiros, metalúrgicos, servidores públicos, professores, operários da construção, trabalhadores rurais, além de representantes das lutas contra a opressão.
Este encontro é parte de uma caminhada que já vem ocorrendo há alguns anos nos quais as entidades envolvidas têm tentado construir a unidade internacional e buscado coordenar e unificar lutas, iniciativa necessária para enfrentar os planos imperialistas.
O Encontro Internacional do Sindicalismo Alternativo e de Luta pretende aprofundar as trocas de experiências, debater de maneira livre e democrática as concepções e visões, impulsionar uma Coordenação dos setores independentes e alternativos. Além de construir uma rede que desenvolva ações de solidariedade e unidade, articule campanhas e iniciativas comuns, assim como divulgar as lutas, ações e experiências, como parte do fortalecimento da unidade internacional”.
