Cleber Araujo no Barraco@dentro A capa do Jornal Extra da última quinta-feira (07/04/2011) ficou maravilhosa. A criatividade usada no impresso chama atenção da população do Estado do Rio de Janeiro para uns dos maiores descasos…
Rio de Janeiro
Miguel Baldez Dezenove de abril deste 2011, importante dia de saudação e homenagem à vida desse povo pobre do Rio de Janeiro, aquela pobreza institucionalizada pela Constituição Federal no princípio objetivo (artigo 3º) nela incluído…
Por Patrick Granja, do jornal A Nova Democracia No dia 14 de abril, nossa equipe de reportagem voltou a Nova Friburgo para registrar a trágica situação das pessoas que perderam suas casas nos deslizamentos causados…
Continua a investida da Prefeitura e do Governo do Estado do Rio de Janeiro – com apoio do Governo Federal – contra a população que mora no caminho da “Transcarioca”, corredor expresso de automóveis que ligará a Barra da Tijuca ao aeroporto internacional.
Lembrar é viver: Em abril de 2010, no Morro do Bumba, Sérgio Cabral ouve broncas e expulsa blogueiro
Em março deste ano, o mesmo blogueiro, Ricardo Gama, sofreu uma tentativa de execução e quase morreu.
Oficialização do Grupo de Trabalho e implantação do Centro de Referência de Enfrentamento à Intolerância Religiosa deram o tom do diálogo.
Revista ConsciênciaNet realizou neste sábado (9/4) entrevista em vídeo com o Sr. Francisco Carlos, Presidente da Associação de Vítimas do Bumba e um dos representantes do Comitê dos Desabrigados de Niterói. Cerca de 400 pessoas vivem em uma área militar abandonada, em condições precárias e insalubres. Não existe médico e a comida chega frequentemente estragada.
Tudo indica que foi um massacre planejado. Assim como há bons motivos para se acreditar que a loucura moveu o solitário autor dos tiros que mataram pelo menos 11 crianças e, por último, o próprio…
“No Rio de Janeiro e em boa parte do Brasil uma tragédia apaga a outra, o que vai provocando uma amnésia. Agora em abril vai completar um ano da tragédia do Morro do Bumba, em Niterói. Lembram? Ninguém fala mais, porque tem uma nova tragédia a tratar. E daqui a pouco vai ter outra, e ninguém mais vai falar da Região Serrana (…)”.






