Pólvora contra Diretos Humanos (Parte 2)

Na Parte 1 nos referimos às Comissão de Verdade e Justiça (CVJ) procurando suas origens nos Tribunais contra crimes contra da humanidade, com os exemplos de Nuremberg (1945-47), da Grécia (1975), da Argentina (1984), e da África do Sul pós-apartheid. Apresentei depois o projeto de Anistia Internacional para o Brasil, tornado público após do anúncio do PNDH-3. Analisamos as manobras conceituais de grupos inimigos dos DH, aliados dos militares, tentando comparar os crimes atrozes das ditaduras, com as reações desesperadas das vítimas que tentaram defender-se como podiam. Essa divisão entre carrascos e vítimas conduz naturalmente a uma divisão entre repressores e resistentes. Mostra-se que crimes cometidos pela repressão não são anistiáveis, pelo menos em sua ampla maioria, e que a CVJ deve incluir a punição dos militares de maneira explícita e eficaz.

A Extradição do Major Manuel Cordero

Após a extradição do genocida, alguns setores compararam seu caso com o de Battisti. Embora estes enfoques estão diminuindo muito (por causa do desgaste que o mesmo ódio produz), quero rascunhar algumas idéias sobre a diferença entre crimes políticos e crimes contra a humanidade. Peço às redes a máxima difusão possível.

Justiça e direitos humanos

Venho acompanhando, com crescente preocupação e interesse, o desenrolar da crise desencadeada pelas tentativas de encobrimento, da parte de alto escalão governamental e boa parte da chamada “grande” imprensa, dos crimes de lesa humanidade cometidos…

Arte e humor a serviço da inclusão

No dia 18/01, às 19 horas, a jornalista Claudia Werneck vai mostrar o que é um livro acessível, durante o lançamento da obra Os Inclusos e os Sisos – Teatro de Mobilização pela Diversidade, na livraria Argumento. O livro fala sobre a história de cinco jovens atores e atrizes que desde 2003 se apresentam pelo Brasil, utilizando o humor para mobilizar platéias para a causa da diversidade e da inclusão sociocultural.