Na Parte 1 nos referimos às Comissão de Verdade e Justiça (CVJ) procurando suas origens nos Tribunais contra crimes contra da humanidade, com os exemplos de Nuremberg (1945-47), da Grécia (1975), da Argentina (1984), e da África do Sul pós-apartheid. Apresentei depois o projeto de Anistia Internacional para o Brasil, tornado público após do anúncio do PNDH-3. Analisamos as manobras conceituais de grupos inimigos dos DH, aliados dos militares, tentando comparar os crimes atrozes das ditaduras, com as reações desesperadas das vítimas que tentaram defender-se como podiam. Essa divisão entre carrascos e vítimas conduz naturalmente a uma divisão entre repressores e resistentes. Mostra-se que crimes cometidos pela repressão não são anistiáveis, pelo menos em sua ampla maioria, e que a CVJ deve incluir a punição dos militares de maneira explícita e eficaz.
Cidadania
Hoy pensaba, no hay un día que no piense, en las cosas que no debo recordar. Pensaba y recordaba y pensaba que el golpe de 1976 inauguró nuevas categorías de la infamia, de la ignominia,…
Após a extradição do genocida, alguns setores compararam seu caso com o de Battisti. Embora estes enfoques estão diminuindo muito (por causa do desgaste que o mesmo ódio produz), quero rascunhar algumas idéias sobre a diferença entre crimes políticos e crimes contra a humanidade. Peço às redes a máxima difusão possível.
Inglaterra, Holanda e os Países Escandinavos foram os primeiros a derrubar as monarquias absolutas (Suécia foi o primeiro país do mundo a abolir a pena de morte e outorgar o foto…
Hoje pensava o quão importante é socializar algumas reflexões no momento atual, sobre direita, esquerda, direitos humanos, inclusão social, respeito às diferenças, igualdade. Pode ser muito genérico, mas mesmo assim vale a pena a tentativa….
“Os tratados modernos sobre direitos humanos não são tratados multilaterais do tipo tradicional para o benefício mútuo dos estados contratantes. Seu objetivo é a proteção dos direitos fundamentais dos seres humanos, independentemente de…
Venho acompanhando, com crescente preocupação e interesse, o desenrolar da crise desencadeada pelas tentativas de encobrimento, da parte de alto escalão governamental e boa parte da chamada “grande” imprensa, dos crimes de lesa humanidade cometidos…
No dia 18/01, às 19 horas, a jornalista Claudia Werneck vai mostrar o que é um livro acessível, durante o lançamento da obra Os Inclusos e os Sisos – Teatro de Mobilização pela Diversidade, na livraria Argumento. O livro fala sobre a história de cinco jovens atores e atrizes que desde 2003 se apresentam pelo Brasil, utilizando o humor para mobilizar platéias para a causa da diversidade e da inclusão sociocultural.
Hoje de manhã, na aula de ginástica, uma imagem veio à minha memória: o dia de 1978 em que, na polícia federal de Buenos Aires, estive frente a frente (não via o seu rosto) com…





