Saúdo-te, velha árvore

Poema de Altivo Ferreira*

SAÚDO-TE, velha árvore,
minha amiga.
Quantas vezes recebi
de ti a delícia
de uma prazerosa
sombra.
Quantas vezes me sorriste,
velha árvore!
Quantas vezes me fartei
com doçura de seus
primorosos frutos!
Ah! meu Deus,
por que todos os homens
não nasceram como as árvores?!

Altivo Ferreira, 27/9/73
Do livro “Cânticos às Árvores” –
“o evangelho das árvores”

 

E-mail para: *andreschlederschleder@gmail.com

(Imagem extraída da Internet

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