Réquiem para um poeta (5)

Hoje o vento soprou luto e saudade
Pois partiu desta terra Sebastião
Da cultura, foi sempre guardião
Sua arte é portal da divindade
No sertão, litoral, sítio ou cidade
Os seus versos a alma acaricia
E preenchem a mente antes vazia
Feito um vinho que aos poucos embriaga
Quando morre um poeta se apaga
Uma estrela no céu da poesia

Martim Assueros
Mote: Adeildo Nunes

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