
Hoje o vento soprou luto e saudade
Pois partiu desta terra Sebastião
Da cultura, foi sempre guardião
Sua arte é portal da divindade
No sertão, litoral, sítio ou cidade
Os seus versos a alma acaricia
E preenchem a mente antes vazia
Feito um vinho que aos poucos embriaga
Quando morre um poeta se apaga
Uma estrela no céu da poesia
Martim Assueros
Mote: Adeildo Nunes
Bacharel em Ciências Sociais, ambientalista e poeta.

Belíssima homenagem.