A Universidade de São Paulo, em parceria com a Faculdade de Medicina da Universidade Nacional Maior de San Marcos (UNMSM) e colaboradores internacionais, está lançando o “Projeto Integrado Universitário: Construindo Novos Vínculos Saudáveis no Contexto Universitário” sob a coordenação da professora Dora Mariela Salcedo Barrientos. Este projeto inovador visa sensibilizar os futuros profissionais de saúde, educação e outros profissionais sobre a importância de cuidar deles mesmos para melhor e ajudar aqueles que são vítimas de violência.
O projeto iniciou-se ouvindo atentamente as vozes dos jovens universitários no Brasil e agora no Peru, logo em Dominicana e no México acompanhando a necessidade de promover uma abordagem humanizada e saudável à assistência às vítimas de violência. Cuidar de si mesmo antes de cuidar dos outros é um desafio crucial em qualquer contexto, mas é particularmente relevante quando se trata de lidar com situações delicadas e emocionalmente desafiadoras, como a violência .
A iniciativa está sendo possível graças ao generoso apoio da AUCANI-USP e do convênio acadêmico com a Faculdade de Medicina da UNMSM. Além disso, o projeto conta com o comprometimento de parceiros estratégicos valiosos, incluindo o Prof. Dra. Rosaura Gutierrez (ISFODOSU) República Dominicana, Prof. Dr. Antonio Carrillo Avelar (UNAM) México, Prof. Yolanda Quispe & Jenny Zavaleta (UNMSM), Prof Cidanelia Salas LLerena (UNMSM), Prof Sayuri Maeda (USP) com os quais estamos construindo novos vínculos saudáveis no contexto universitário!
O projeto também confirma a importância de ter terapeutas comunitários integrativos em ação. Entre os notáveis terapeutas que fazem parte deste esforço estão Jadson Marques Dantas (USP), Vitória Gabriela Picolo (USP), Elizabeth Llanos (UNMSM), Dra. Doralice Oliveira (Unb) (Secretaria da Saúde do DF) que desempenham um papel essencial na implementação deste projeto inovador.
O “Projeto Integrado Universitário” destina-se a desempenhar um papel significativo na formação de futuros profissionais de saúde, educação e outros capacitando-os a desempenhar um papel mais eficaz e compassivo na ajuda às vítimas de violência.
Fonte: Família e Saúde
(18-10-2023)
