Porque necessito de um mínimo de segurança para poder tocar a vida em frente. Mais livros, menos armas.
Porque já vi que a parceria operário-empresarial, que deu certo nos governos Lula, é boa para o conjunto da nação e do povo. Todo mundo ganha, e há um clima de alegria e felicidade. Isso é muito bom! Ninguém precisa sofrer para que outros ou outras desfrutem!
Porque quero completar o meu processo de humanização, completar o que tenho que aprender para ser de fato uma pessoa melhor. Preciso das demais pessoas, da cooperação, da solidariedade, da proximidade com os e as diferentes.
O incentivo ao ódio, o desrespeito e a segregação social, a exclusão social, me doem profundamente, e atrapalham demasiadamente o meu processo evolutivo.
Estas são algumas das minhas razões. Há mais. Migrante acolhido no Brasil em tempos difíceis, quero que esta volte a ser uma terra de acolhimento. Chega de perseguições, assassinatos, mortes evitáveis! Respeito à vida!
A omissão, o silêncio, enquanto a barbárie se espalha e continua a amedrontar, paga-se muito caro.
As mortes das pessoas que foram assassinadas por motivos políticos nestes últimos anos, vão pesar na consciência de quem se omitir.
Posso lhes assegurar que não desejo a ninguém, ter que viver com esse peso na consciência.
Mesmo que você não tenha concordado com esses assassinatos, eles irão lhe atormentar pelo resto da sua vida. Eu sei o que lhe digo.
É melhor prevenir. Agir certo. Atuar de acordo com a nossa consciência.
Finalmente, mas não menos importante. Eu não quero ficar de fora da reconstrução do Brasil. Fiz a minha parte pela reconstrução social e nacional na Argentina, e continuarei a colaborar para reconstruir o Brasil. Como? Não me escondendo, dando a cara, dando as mãos, fazendo juntos e juntas, que é o que sei fazer. Fiz e continuarei a fazer. Para não me esquecer de mim.

Sociólogo, Terapeuta Comunitário, escritor. Vários dos meus livros estão disponíveis on line gratuitamente: https://consciencia.net/mis-libros-on-line-meus-livros/

Estamos cada vez mais juntos e mãos dadas sempre! Gratidão, amigo Rolando, por me representar nas suas palavras!
Palavras assertivas de quem vem de uma história de reconstrução democrática em seu país e hoje engrossa nossas fileiras de reconstrução civilizatória. Estamos contigo, meu irmão Rolando Lazarte, que aqui é tão bem-vindo.
Grato pelas suas palavras, Assueros!
Eu acredito em palavras que não são só palavras , mas revelação de compromisso corajoso, testemunhos de vida. É o seu caso , Rolando ! Sempre seu admirador !
Ricardo, os seus comentários estimulam o melhor de mim. Me promovem a um contentamento interior que nasce da consciência da missão cumprida. Obrigado!