Na tragédia de Angra, “uma das vítimas encontradas é a filha dos donos da pousada, Yumi Faraci, de 18 anos. (…)”
A mesma deste vídeo e que deixou como última mensagem no seu perfil no YouTube: “People, let’s make trade fair! www.maketradefair.com”
No seu MySpace: “Born in Brazil and aged 17, I had always lived through a musical atmosphere, as my grandparents constantly taught me japanese songs when I was a toddler; however, I first became interested in playing an instrument when I saw my mother’s guitar left aside in her living room and started smaking it. It may not seem like an enchanting beginning, but, for me, it meant everything.” (aqui)
E como muitas futuras artistas, fazia arquitetura, com o objetivo de “unir diferentes idéias, pontos de vista e exigências (…) uma tentativa de reflexão sobre as diferenças. Sobre as memórias, os diálogos entre nós e o ambiente que nos cerca, e o que deles fica realmente em nós.” Surgiria mais uma arquiteta, Isabella Godinho, outra vítima.
Duas entre tantas histórias. Interrupções que poderíamos ter evitado.
Poderíamos. E o que faremos? Vale refletir à luz de Yumi.
Jornalista, 44, com mestrado (2011) e doutorado (2015) em Comunicação e Cultura pela UFRJ. É autor de três livros: o primeiro sobre cidadania, direitos humanos e internet, e os dois demais sobre a história da imigração na imprensa brasileira (todos disponíveis em https://amzn.to/3ce8Y6h). Saiba mais: https://gustavobarreto.me/

Quero expressar meus sentimentos por essa perda, duas meninas que realmente faram falta nesse mundo. Dois talentos! Que Deus dê muita força aos familiares.