Mídia contra Cuba: mártir ou delinqüente?


A morte do Orlando Zapata, ocorrida durante a visita do presidente Lula a Cuba, desencadeou nova onda de terrorismo midiático contra a revolução cubana – e, de quebra, contra a política externa do governo brasileiro.
Boris Casoy, o âncora da TV Bandeirantes que é “uma vergonha do jornalismo nacional”, só faltou chorar o falecimento do “dissidente” e fez histéricos ataques ao “ditador” Raul Castro e ao presidente Lula. Na mesma linha, Willian Waack, da TV Globo, criticou as prisões em Cuba, mas nada falou sobre as torturas na base militar ianque de Guantánamo. Os editoriais dos jornalões tradicionais também estrebucharam.
O vídeo acima, produzido em espanhol, revela que Orlando Zapata não tem nada de mártir ou dissidente político. É um delinqüente comum que a mídia hegemônica tentou transformar em herói. Mais um capítulo da guerra psicológica contra a revolução cubana, fabricada nos laboratórios da CIA nos EUA e difundida pela mídia colonizada no mundo inteiro.
(*) Publicado originalmente no blog do Miro.

6 comentários sobre “Mídia contra Cuba: mártir ou delinqüente?”

  1. Não sei quem esta dizendo a verdade, só sei que a mídia que se diz inconformada pelo acontecido é a mesma que já provou manipular informações de forma descarada sobre diversos assuntos (como por exemplo o golpe de estado venezuelano em 2002).
    Além da minha desconfiança em relação ao que a mídia geral passa, tem também o fator cubano, só estamos vendo isso pelo mundo todo porque é um preso cubano, diversos presos políticos morrem nos países ricos, além de outros formas de direitos humanos que também são atacadas, porem nada se fala a respeito.

  2. Infelizmente, infelizmente mesmo, esse vídeo não esclarece nada. Claro, a mídia gorda é hipócrita e aproveitadora, mas não devemos esquecer a fidedignidade dos fatos sobre qualquer questão. Nós, da esquerda, temos que ser enegéticos na busca da verdade, inclusive se essa for desfavorável a nosotros.

  3. Concordo com Piort quando diz que devemos buscar a verdade. Mas o vídeo, que seja curto, é claro: não se trata de um herói, e sim de um infrator que a mídia quer porque quer que seja herói. O vídeo esclarece sim, portanto…

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