Desde o começo, temos nos focalizado e mantido este centramento, esta prioridade, no humano. O que é o humano?
Este direcionamento da nossa parte, têm demandado esforços no sentido da redemocratização do país.
No breve lapso destes meses de respiro, a partir da posse de Lula-Alckmin em janeiro deste ano, muita coisa aconteceu.
A necessidade de mantermos as condições de vida em um modo aceitável, obriga a uma atenção ao que é mais valioso.
A preservação da vida. O amor como sustentação do existir. O cuidado com as pessoas, especialmente as mais vulneráveis.
A perspectiva do tempo nos situa naquilo que não morre. Aquilo que permanece e dá sentido ao dia a dia.
Um olhar retrospectivo repõe a unidade do viver. A costura da sequência da existência desde a nascença até hoje, apontando para um amanhã que agora nos parece de novo venturoso.
A restauração da esperança, a força do trabalho como única fonte legítima da riqueza, a comunidade como espaço da felicidade.
Estas simples anotações pretendem apenas restabelecer o eixo do fundamental, constantemente desafiado pelas forças que se opõem ao amor.
