Poema de Altivo Ferreira*
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NINGUÉM
destruirá
em mim
a vida,
e
nunca morrerei.
Meu corpo,
átomo
a
átomo,
volverá à terra
e será,
na seiva das árvores,
um eterno
hálito de amor.
28/9/73
Do livro “Cânticos às Árvores” (“o evangelho das árvores”)
Foto: Internet
*E-mail para: andreschlederschleder@gmail.com
