Feliz 2008

Imersos nessa sociedade da hiperestetização da banalidade, na qual as imagens contraem o tempo e a “web” virtualiza o diálogo na solidão digital, andamos em busca de uma razão de viver. Perdemos o senso histórico, trocamos os vínculos de solidariedade pela conectividade eletrônica, vendemos a liberdade por um punhado de lentilhas em forma de segurança. Por Frei Betto. Leia aqui.

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