
Taxa de informais no país, abaixo de 38%, é a mais baixa da série histórica da Pnad Contínua, à exceção do início da pandemia, período de demissões em massa de trabalhadores sem carteira.
PT.Org, publicado em
A informalidade no mercado de trabalho baixou ao menor nível da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad), à exceção do período inicial da pandemia, em 2020, quando as demissões em massa atingiram em cheio os trabalhadores sem carteira assinada. Os números divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) atestam os acertos da política econômica do governo Lula, voltada, sobretudo, à ampliação dos empregos, da renda e da confiança dos investidores.
A proporção de informais no país caiu abaixo de 38% no primeiro trimestre de 2025. Em março, confirma a Pnad, o mercado de trabalho experimentou o quinto mês seguido de queda da informalidade. A população celetista, por outro lado, cresceu pelo 16º mês consecutivo. Isso se deve, sobretudo, aos resultados positivos do Produto Interno Bruto (PIB) nos últimos dois anos.
Leia mais: BNDES viabilizou 2,3 milhões de empregos em 2023
Especialistas consultados pelo jornal Valor Econômico também atribuem a atual solidez do mercado de trabalho ao aumento, entre 2000 e 2022, da escolaridade média da população em idade ativa. Conforme o último Censo, a porcentagem de brasileiros com ensino superior praticamente triplicou no período: de 6,8% para 18,4%.
Outro fator é a criação, pelos governos do Partido dos Trabalhadores (PT), da modalidade Microempreendedor Individual (MEI), que consta nas estatísticas da Pnad como emprego formal e empregava, em fevereiro deste ano, quase sete milhões de pessoas.
“Parte dos motoristas e entregadores de aplicativo são MEI, como pretende o governo. […] Mas existem também aquelas funções que acabam optando por abrir pelo programa não apenas para poder contribuir para a Previdência e acessar a rede de proteção social, mas também programas de crédito”, explica Rodolfo Tobler, economista do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).
O efeito Lula
Por meio das redes sociais, o presidente nacional do PT, Humberto Costa, comemorou a queda da informalidade e a retomada dos empregos com carteira assinada, fruto do compromisso do presidente Lula com a classe trabalhadora.
“Efeito Lula! Taxa de informalidade atinge menor nível histórico em 2025, com forte geração de empregos formais. Resultado consolida retomada do mercado de trabalho sob governo Lula!”, publicou o senador.
Da Redação, com informações do IBGE e Valor
, à exceção do período inicial da pandemia, em 2020, quando as demissões em massa atingiram em cheio os trabalhadores sem carteira assinada. Os números divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) atestam os acertos da política econômica do governo Lula, voltada, sobretudo, à ampliação dos empregos, da renda e da confiança dos investidores.
A proporção de informais no país caiu abaixo de 38% no primeiro trimestre de 2025. Em março, confirma a Pnad, o mercado de trabalho experimentou o quinto mês seguido de queda da informalidade. A população celetista, por outro lado, cresceu pelo 16º mês consecutivo. Isso se deve, sobretudo, aos resultados positivos do Produto Interno Bruto (PIB) nos últimos dois anos.
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Especialistas consultados pelo jornal Valor Econômico também atribuem a atual solidez do mercado de trabalho ao aumento, entre 2000 e 2022, da escolaridade média da população em idade ativa. Conforme o último Censo, a porcentagem de brasileiros com ensino superior praticamente triplicou no período: de 6,8% para 18,4%.
Outro fator é a criação, pelos governos do Partido dos Trabalhadores (PT), da modalidade Microempreendedor Individual (MEI), que consta nas estatísticas da Pnad como emprego formal e empregava, em fevereiro deste ano, quase sete milhões de pessoas.
“Parte dos motoristas e entregadores de aplicativo são MEI, como pretende o governo. […] Mas existem também aquelas funções que acabam optando por abrir pelo programa não apenas para poder contribuir para a Previdência e acessar a rede de proteção social, mas também programas de crédito”, explica Rodolfo Tobler, economista do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).
O efeito Lula
Por meio das redes sociais, o presidente nacional do PT, Humberto Costa, comemorou a queda da informalidade e a retomada dos empregos com carteira assinada, fruto do compromisso do presidente Lula com a classe trabalhadora.
“Efeito Lula! Taxa de informalidade atinge menor nível histórico em 2025, com forte geração de empregos formais. Resultado consolida retomada do mercado de trabalho sob governo Lula!”, publicou o senador.
Da Redação, com informações do IBGE e Valor
