Gustavo Barreto, da redação
O tal jornalismo ficaria muito mais interessante se os ditos jornalistas se abrissem para o mundo (em vez de fecharem a pauta todos os dias), o que acabaria por causar um retrocesso imenso (porém produtivo), segundo nos conta Montaigne (1533-1592), no livro 1 dos Ensaios, capítulo 31:
“(…) O homem que tinha a meu serviço, e que voltava do Novo Mundo, era simples e grosseiro de espírito, o que dá maior valor a seu testemunho. As pessoas dotadas de finura observam melhor e com mais cuidado as coisas, mas comentam o que vêem e, a fim de valorizar sua interpretação, persuadir, não podem deixar de alterar um pouco a verdade (…)” Leia mais na Revista NOVAE, clicando no título.
Jornalista, 44, com mestrado (2011) e doutorado (2015) em Comunicação e Cultura pela UFRJ. É autor de três livros: o primeiro sobre cidadania, direitos humanos e internet, e os dois demais sobre a história da imigração na imprensa brasileira (todos disponíveis em https://amzn.to/3ce8Y6h). Saiba mais: https://gustavobarreto.me/
