O machismo brasileiro está sofrendo, me dizem, com uma espécie de “macartismo misândrico”, cujo contexto é o “discurso do ódio” crescente.
Gustavo Barreto
A atual política federal do toma-lá-dá-cá é cada vez mais parecida com a que impera no país há mais de 500 anos.
O machismo, uma cultura enraizada em nosso país por motivos já conhecidos dos historiadores (por exemplo), merece mesmo toda a atenção.
Gustavo BarretoJornalista, 44, com mestrado (2011) e doutorado (2015) em Comunicação e Cultura pela UFRJ. É autor de três livros: o primeiro sobre cidadania, direitos humanos e internet, e os dois demais sobre a história…
Para ele, quem se aposenta antes dos 50 é “vagabundo”, mas o próprio se aposentou aos 37 e ganha hoje R$ 22 mil.
Quanto mais “nãos” dizemos, mais simples fica.
Debater o Bolsa Família, a necessidade de melhorá-lo, aperfeiçoá-lo e até mesmo extingui-lo é importante para definir o futuro do Brasil. Mas para que essa discussão seja significativa, é preciso antes desarmar a bomba de desinformação e preconceito que rodeia o programa.
O acirramento da “corrida” eleitoral não faz, evidentemente, bem à democracia. O país não é um grande “Fla-Flu” e os egos políticos muitas vezes se sobrepuseram às ideias.
Anular, votar em branco ou simplesmente não participar de uma eleição invalida a sua participação neste pleito. Os votos dos que participaram são os que, constitucionalmente, contam. Estes são os chamados votos válidos.


