“Canta, canta passarinho, canta, canta miudinho na palma da minha mão” (“Canta Coração”, Geraldo Azevedo/ Carlos Fernando) Não há nada de realmente inédito na entrevista que Sebastião Curió Rodrigues de Moura, o major Curió, concedeu…
Celso Lungaretti
A decisão do Supremo Tribunal Federal, derrubando a exigência de diploma específico para o exercício da profissão de jornalista, foi o coroamento de uma comédia de erros que merecia ser filtrada pelo talento superior de…
Em abril do ano passado, 113 autoproclamados “cidadãos anti-racistas” endereçaram uma carta ao presidente do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes para fazer lobby contra o programa ProUni e a instituição de cotas raciais compensatórias em vestibulares para universidades estaduais.
Alberto Dines, lenda viva do jornalismo brasileiro, escreveu há algumas semanas que a Folha de S. Paulo estaria disposta a reverter o processo de direitização que vem (ou vinha) implementando de uns dois anos para cá. Ainda não há elementos que nos permitam emitir um juízo definitivo, mas vale registrar que na edição desta terça-feira há dois textos dos mais esclarecedores, nos espaços de Opinião, sobre a Batalha da USP.
No programa radiofônico semanal Café com o Presidente, o nosso bom Lula voltou, singelamente, a cobrar dos bancos que levem em conta o bem comum, ao invés de se comportarem como rapinantes insensíveis durante a crise global do capitalismo.
Foram tão deprimentes as circunstâncias da morte de David Carradine que só agora eu me sinto em condições de escrever algo sobre ele. Ao tomar conhecimento de que a causa mortis seria, segundo a polícia…
Celso Lungaretti Faz muito tempo que um ano não começa de forma tão deprimente. De um lado, a certeza de que 2009 transcorrerá sob recessão e a dúvida sobre se a atual crise cíclica capitalista…
No dia 25 de outubro de 1975 morreu sob tortura Vladimir Herzog – como dezenas de outros idealistas que foram vitimados pelos acidentes de trabalho nos porões da ditadura. Isto para não falar dos executados…
Durante todo o ano de 1968, os militares sempre usaram de força desproporcional aos desafios que recebiam, sendo eles os grandes responsáveis pela escalada de radicalização – e não os grupos guerrilheiros, cuja atuação passava…
