A partir das queixas de alguns bispos sobre a proposta do PNDH-3, no sentido de proibir a ostentação de símbolos religiosos em espaços da União, analisamos o significado do conceito de “raíces histórias”, que a Igreja reivindica tanto no Brasil, na América Latina, como na Europa. Mostramos quais são as conseqüências de continuar mantendo o país como um estado confissional, sendo ele, teoricamente, um estado secular.
Carlos Lungarzo
Recentemente, uma comissão do parlamento francês aprovou uma proposta para que seja proíbido o uso da Burka em edifícios e instituições públicas. Há em Paris, 1900 mulheres islâmicas que usam essa indumentária. O assunto tem 74% de aprovação entre os franceses, mas alguns setores islâmicos, inclusive pacifistas, o consideram discriminatório. Esta matéria pretende mostrar que essa medida NÃO é discriminatória, e que as tradições culturais devem ser aceitas quando são positivas, e não quando propagam a dominação, a escravidão e a desigualdade.
Neste artigo é analisada a discusão com o general que foi eleito pelo senado para o Tribunal Militar, e sua atitude homofóbica. Em concordância com ativistas européus e americanos, defendo a teoria de que a comunidade gay não deveria tentar integrar-se a uma instituição que viola TODOS os Direitos Humanos desde a origem da humanidade.
Na Parte 1 nos referimos às Comissão de Verdade e Justiça (CVJ) procurando suas origens nos Tribunais contra crimes contra da humanidade, com os exemplos de Nuremberg (1945-47), da Grécia (1975), da Argentina (1984), e da África do Sul pós-apartheid. Apresentei depois o projeto de Anistia Internacional para o Brasil, tornado público após do anúncio do PNDH-3. Analisamos as manobras conceituais de grupos inimigos dos DH, aliados dos militares, tentando comparar os crimes atrozes das ditaduras, com as reações desesperadas das vítimas que tentaram defender-se como podiam. Essa divisão entre carrascos e vítimas conduz naturalmente a uma divisão entre repressores e resistentes. Mostra-se que crimes cometidos pela repressão não são anistiáveis, pelo menos em sua ampla maioria, e que a CVJ deve incluir a punição dos militares de maneira explícita e eficaz.
Após a extradição do genocida, alguns setores compararam seu caso com o de Battisti. Embora estes enfoques estão diminuindo muito (por causa do desgaste que o mesmo ódio produz), quero rascunhar algumas idéias sobre a diferença entre crimes políticos e crimes contra a humanidade. Peço às redes a máxima difusão possível.
Inglaterra, Holanda e os Países Escandinavos foram os primeiros a derrubar as monarquias absolutas (Suécia foi o primeiro país do mundo a abolir a pena de morte e outorgar o foto…
“Os tratados modernos sobre direitos humanos não são tratados multilaterais do tipo tradicional para o benefício mútuo dos estados contratantes. Seu objetivo é a proteção dos direitos fundamentais dos seres humanos, independentemente de…
Anistia Internacional (USA) Como acaba de observar Celso Lungaretti em seu post de hoje (13/01/2010), publicado em um de seus blogs (aqui), membros do governo italiano, passando por cima da etiqueta internacional, iniciaram um novo…
A Comunidade Internacional Bahá’í rejeitou categoricamente as novas alegações por parte do governo iraniano de que armas e munições teriam sido encontradas nas casas de mais 13 bahá’ís, presos em suas casas em Teerã no dia três de janeiro.









