Audiodescrição corre risco na sua implantação

“(…) É sempre melhor ter o Ministério Público Federal como mediador, ao invés de tê-lo como feitor”, diz Paulo Romeu, cego de nascença, sobre os riscos que a audiodescrição está correndo, agora que o Ministério das Comunicações adiou sua implementação, apesar de, em 2006, ter sido dado um prazo de dois anos para as televisões se adaptarem. Mas, um dia após o término do prazo, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, resolveu postergar sine die sua implementação, o que passa a ser inconstitucional assim que entrar em vigência a Convenção da ONU Para pessoas Com Deficiência, promulgada e ratificada pelo Brasil, o que deve ocorrer dia 29 deste mês. Leia no Em Dia Com a Cidadania clicando no título.

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