Ação e inteligência pela justiça e o amor

Tentaremos aqui dar uma pincelada sobre diversas iniciativas e ideias em andamento. Todas têm um denominador comum. A certeza de que necessitamos uns dos outros, umas das outras, para vivermos em paz, melhor, com justiça e amor.

A semana começou com uma audiência pública na Câmara dos Deputados, sobre a TCI no enfrentamento à pandemia. É reconfortante ver uma costura de ações e instituições voltadas para a construção e fortalecimento de um tecido social propício, sadio: https://youtu.be/vDgN2x8LSH4

Num plano mais abrangente, as Nações Unidas e o Papa Francisco (Vamos sonhar juntos. O caminho para um futuro melhor) promovem uma maior participação civil na política, especialmente no âmbito da defesa dos Direitos Humanos, mas também na formulação de políticas públicas: https://www.ohchr.org/SP/AboutUs/ManagementPlan/Pages/participation.aspx

O protagonismo das pessoas é encorajado, como maneira de construir uma cultura do diálogo e do encontro, pela Campanha Ecumênica da Fraternidade de 2021, no texto-base que orienta esta ação: https://anec.org.br/wp-content/uploads/2020/10/TEXTO-BASE-CF-2021-PDF.pdf

Finalmente, mas não menos importante, e como uma espécie de corolário desta panorâmica, destacamos o conceito de inteligência coletiva, que alude àquela forma de inteligência que é gerada pela ação de pessoas e grupos em torno de um problema ou situação comum. É um tipo de inteligência compartilhada que surge da colaboração de muitos indivíduos em suas diversidades. É uma inteligência distribuída por toda parte, na qual todo o saber está na humanidade, já que ninguém sabe tudo, porém todos sabem alguma coisa: https://pt.wikipedia.org/wiki/Intelig%C3%AAncia_coletiva

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