“(…) La soledad de mi día a día la transformaste en compañía con diarios y cafés. Hoy no estás… yo no estoy. Hoy soy otra que no conoces, una que no se reconoce, pero que aprende a ser sin ti.”
Jornalista, 44, com mestrado (2011) e doutorado (2015) em Comunicação e Cultura pela UFRJ. É autor de três livros: o primeiro sobre cidadania, direitos humanos e internet, e os dois demais sobre a história da imigração na imprensa brasileira (todos disponíveis em https://amzn.to/3ce8Y6h). Saiba mais: https://gustavobarreto.me/

Não sei porque, mas esse post me lembrou uma novela, com aquela música “Non me pratiques más”, ou algo assim.
Poesia triste essa, mas com cara de recomeço.
=)
Beeijo!
Será bom pra mim ouvir essa música? 😀
Huuum…depende. Acho que o sentido da música é o oposto da poesia.
=)
Beeijo!