Argentina: Testemunhas contra Genocidas são Assassinadas (O Caso de Silvia Suppo, 29 de março de 2010) Carlos Alberto Lungarzo Anistia Internacional (USA) Reg. 2152711 A ditadura militar argentina de 1976, cujo 34º aniversário foi completado…
tortura
Graças a uma indicação do bom amigo e correspondente José Caldas da Costa, autor de Caparaó – a primeira guerrilha contra a ditadura, tomei conhecimento detalhado de um dos muitos casos escabrosos das prisões do…
Guila Flint De Tel Aviv para a BBC Brasil Uma ONG israelense divulgou pela primeira vez os depoimentos de mulheres que serviram como soldados de Israel sobre a realidade nos territórios ocupados, denunciando uma “rotina…
Recentemente, uma comissão do parlamento francês aprovou uma proposta para que seja proíbido o uso da Burka em edifícios e instituições públicas. Há em Paris, 1900 mulheres islâmicas que usam essa indumentária. O assunto tem 74% de aprovação entre os franceses, mas alguns setores islâmicos, inclusive pacifistas, o consideram discriminatório. Esta matéria pretende mostrar que essa medida NÃO é discriminatória, e que as tradições culturais devem ser aceitas quando são positivas, e não quando propagam a dominação, a escravidão e a desigualdade.
Na Parte 1 nos referimos às Comissão de Verdade e Justiça (CVJ) procurando suas origens nos Tribunais contra crimes contra da humanidade, com os exemplos de Nuremberg (1945-47), da Grécia (1975), da Argentina (1984), e da África do Sul pós-apartheid. Apresentei depois o projeto de Anistia Internacional para o Brasil, tornado público após do anúncio do PNDH-3. Analisamos as manobras conceituais de grupos inimigos dos DH, aliados dos militares, tentando comparar os crimes atrozes das ditaduras, com as reações desesperadas das vítimas que tentaram defender-se como podiam. Essa divisão entre carrascos e vítimas conduz naturalmente a uma divisão entre repressores e resistentes. Mostra-se que crimes cometidos pela repressão não são anistiáveis, pelo menos em sua ampla maioria, e que a CVJ deve incluir a punição dos militares de maneira explícita e eficaz.
“Os tratados modernos sobre direitos humanos não são tratados multilaterais do tipo tradicional para o benefício mútuo dos estados contratantes. Seu objetivo é a proteção dos direitos fundamentais dos seres humanos, independentemente de…
Barack Obama foi eleito presidente dos EUA prometendo, entre outras coisas, proibir a prática de tortura pelos agentes americanos. Sabemos que ele mentiu e continua mentindo. Como acreditar nas palavras de um assassino? A CIA…
Foi no dia 10 de dezembro de 1984, há exatos 25 anos, que a Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas adotou a Convenção Contra a Tortura e Outros Tratamentos ou Penas Cruéis, Desumanos ou…
Juliana Castro do UOL Notícias – O secretário de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, confirmou que os milicianos responsáveis pela tortura de uma repórter, um fotógrafo e o motorista…







