Com medo de vinculação com genocídio em Ruanda, Estado de Israel nega acesso a informações

O genocídio mais rápido de toda a Humanidade, Ruanda, é comumente visto como uma tragédia em que as nações de todo o mundo nada fizeram para evitar. Essa é a visão que interessa a muitos governos que forneceram armas e equipamentos para os assassinos – incluindo, conforme mostra uma reportagem do jornal israelense Haaretz, o governo de Israel. Em uma corte em Tel Aviv, um grupo de pessoas tenta obter documentação tida como sigilosa para apontar responsáveis.

ONU: dois pesos, duas medidas

Em 1994, Ruanda foi palco de um genocídio perpetrado durante 100 dias por radicais hutus contra tutsis e hutus moderados, resultando na morte de cerca de um milhão de pessoas. Os principais acusados pela indiferença…