Rádio Tupi faz enquete em seu site que discrimina LGBT

“Homossexualismo é doença ou falta de vergonha na cara?”. É esta a enquete que há uma semana se encontra no site da rádio TUPI (1280 AM | 96,5 FM). O Grupo Pluralidade e Diversidade de Duque de Caxias (GPD), presidido pela travesti Sharlene Rosa, fez uma denúncia ao Conselho Estadual LGBT, solicitando ajustamento de conduta do veículo de comunicação. O Conselho entrará com uma representação junto ao Ministério Público solicitando retratação pública e propagação de informações através de mensagens e programas da rádio sobre cidadania LGBT.

Alojamento da UFRJ é palco de homofobia

É inadmissível que em pleno século 21 ainda temos que gastar energia e discutir direitos naturais, como ter uma identidade, ir e vir e relacionar-se (sexualmente) com qualquer pessoa independentemente de seu sexo. O recente caso de homofobia no alojamento da UFRJ é um indicativo do futuro que nos espera. Um lugar onde deveria ser vanguarda; onde se formam os profissionais do futuro ainda está mergulhado em conceitos conservadores, retrógrados e intolerantes. Abaixo segue a moção de repúdio da Assembléia de Estudantes do Alojamento da UFRJ e como tudo aconteceu:

Campanha 24h de Combate à Homofobia

A ideia dessa campanha é sugerir e incentivar que as pessoas doem o tempo de um dia de suas vidas para a realização de ações que mobilizem pessoas, multipliquem informações, sensibilizem a sociedade para uma incidência política mais concreta no combate à homofobia e a promoção da equidade de direitos.

Padre larga a batina após ser criticado por apoiar o casamento gay na Argentina

Padre larga a batina após ser criticado por apoiar o casamento gay na ArgentinaO padre Nicolás Alessio (foto) anunciou que largará a batina neste sábado 07 durante uma missa e procissão na paróquia que preside há 26 anos em Córdoba, a segunda maior cidade da Argentina. Após declarar apoio ao matrimônio gay, afirmando inclusive que realizaria cerimônias, ele foi severamente criticado pelo arcebispo do município, Carlos Nanez.

Segundo o jornal Clarín, Alessio não considera que deixará de ser padre, “nos aspectos docente e profético, pois Jesus não foi um sacerdote e, sim, um professor e um profeta”. Entretanto, não poupou críticas à Igreja. “A Igreja é uma monarquia autoritária e fechada, a qual eu não quero pertencer.” O padre contou que não descarta entrar na política, onde pode “seguir servindo às camadas mais populares”. (paroutudo.com)