Barão de Itararé (1895–1971), jornalista e escritor.
Jornalismo
O jornalista norte-americano Lowell Bergman (foto) mostra, de modo sereno e objetivo, que a mídia está repleta de interesses, alguns impronunciáveis. Mas confirma, pelo seu exemplo de vida, que o jornalismo investigativo e independente é e sempre foi possível: “basta” coragem.
O jornalista norte-americano Lowell Bergman (foto) mostra, de modo sereno e objetivo, que a mídia está repleta de interesses, alguns impronunciáveis. Mas confirma, pelo seu exemplo de vida, que o jornalismo investigativo e independente é e sempre foi possível: “basta” coragem.
Está ficando realmente muito feia a coisa. A perda de credibilidade do jornalismo brasileiro – muito por causa dos próprios jornalistas – está começando a passar para o desrespeito puro e simples. Ontem, não vi…
Estou tentando entender até agora a manchete de ontem do Globo – “Cem milhões de brasileiros vivem com dinheiro público”. Para chegar a esse número, o Raul Velloso, o especialista consultado (especialista, como se sabe,…
Por Luciano Martins Costa, em comentário para o programa radiofônico do OI, 09/07/2010, reproduzido no Observatório da Imprensa, dica de @EvandroOuriques Nesta sexta-feira (9/7), faz exatamente um mês que a jovem Eliza Samudio foi, segundo…
“Para quem ainda têm dúvidas: a maior ameaça à liberdade de imprensa que esse país jamais enfrentou, nas últimas décadas, seria se, por desgraça, Serra juntasse ao poder de mídia, que já tem, o poder de Estado”.
Hilária matéria do NYT tenta explicar porque os coleguinhas que cobrem futebol no Brasil são tão… trepidantes. Leia aqui
Enquanto durou, a Última Hora representou o que de melhor era possível se fazer no jornalismo da época, dando grandes furos, realizando reportagens históricas e congregando em suas páginas os mais competentes colunistas nas mais diversas áreas.





