Em tempos de Copa do Mundo, o resultado do último confronto entre Israel e pacifistas foi uma goleada. O estado judeu atacou de forma destrambelhada a flotilha de ajuda humanitária a Gaza e ficou com…
genocídio
Segunda a agência AFP escreveu, há 1 hora, soldados israelenses mataram nesta segunda-feira (07) quatro membros de um grupo armado de mergulhadores palestinos num barco à altura de Gaza, indicou o exército, que afirma “ter…
Em artigo no portal da emissora alemã “Deutsch Welle”, escritor israelense afirma que Israel deve chegar rapidamente a acordo com palestinos sobre estabelecimento de Estado independente na Cisjordânia e Faixa de Gaza, porque problemas de Israel não podem ser resolvidos pela força. “[…] desde a Guerra dos Seis Dias em 1967, Israel se fixou na força militar. O mantra é: o que não pode ser feito pela força pode ser realizado com uma força ainda maior.” Leia aqui.
Os folhetins, o cinema e a TV nos acostumaram a observar os complexos dramas das pessoas, povos e nações a partir de uma ótica simplista: heróis-vilãos-vítimas. Ou, simplificando mais ainda, a acreditarmos que quem causa…
O número de visitantes do meu blogue deu um salto desde o ataque israelense à flotilha de ajuda humanitária a Gaza. Sinal de que há uma demanda por jornalismo de verdade, que a grande imprensa…
Tanta gente destaca as semelhanças entre a Alemanha nazista e Israel que nem vou me dar ao trabalho de relacionar os pontos comuns. Saltam aos olhos. Só acrescentarei um, que até agora tem passado despercebido….
Acima, algumas das 12 fotos da passeata de repúdio ao assassinato de Silvia Suppo na cidade de Rafaela (Santa Fe, Argentina), no dia 2 de abril, que foram publicadas neste site. Quando, no dia 29…
¿Cuántas veces habría ya escrito sobre aquello? ¿Cuántas, aún volvería a recordar las cosas pasadas en Argentina en 1976 y después? Fueron años de querer olvidar, años de recuerdos forzados. Una cosa y la otra….
Na Parte 1 nos referimos às Comissão de Verdade e Justiça (CVJ) procurando suas origens nos Tribunais contra crimes contra da humanidade, com os exemplos de Nuremberg (1945-47), da Grécia (1975), da Argentina (1984), e da África do Sul pós-apartheid. Apresentei depois o projeto de Anistia Internacional para o Brasil, tornado público após do anúncio do PNDH-3. Analisamos as manobras conceituais de grupos inimigos dos DH, aliados dos militares, tentando comparar os crimes atrozes das ditaduras, com as reações desesperadas das vítimas que tentaram defender-se como podiam. Essa divisão entre carrascos e vítimas conduz naturalmente a uma divisão entre repressores e resistentes. Mostra-se que crimes cometidos pela repressão não são anistiáveis, pelo menos em sua ampla maioria, e que a CVJ deve incluir a punição dos militares de maneira explícita e eficaz.





