Nas últimas semanas, quem acompanhou o noticiário sobre inteligência artificial não conseguiu se esquivar do fenômeno do Moltbook. Rapidamente, em quase todo o mundo, circulou a notícia de que a primeira rede social inteiramente composta por inteligência artificial tinha finalmente chegado. Uma rede social ao estilo Reddit, com vários subfóruns e centenas de posts que resultam da interação entre usuários criados com inteligência artificial.
Mundo
A tentativa de Donald Trump de tomar a Groenlândia afastou muitos aliados de longa data. Mas também despertou o interesse de um grupo de bilionários da tecnologia que veem a ilha como um potencial laboratório para “cidades libertárias”, ou seja, zonas governadas de forma privada, sem regulamentação ou democracia.
Não bastasse devastar vidas e ecossistemas, ao consumir grandes quantidades de energia, a atividade militar também emite grandes volumes dos gases responsáveis pela crise climática que assola o planeta.
Presidente brasileiro e premiê indiano discutiram ampliação das trocas comerciais e os desafios do multilateralismo; Brasil tem as segundas maiores reservas globais do recurso.
Autor de dezenas de livros, disponíveis online em seu site, sobre o tema, como “Era do Capital Improdutivo” (Autonomia Literária, 2019) e, mais recentemente, “Os Desafios da Revolução Digital” (Elefante, 2025), o professor…
O mundo e a história, em constante mudança, desafiam nossa compreensão. A única maneira de enfrentar esse dilema é a precisa análise que se debruça sobre as determinações, nos permitindo ir da aparência caótica do todo até as relações e determinações complexas. Quando o conhecimento não tende à totalidade ele pode se enganar com um ou outro aspecto que se mostra mais evidente.
A reconfiguração das relações comerciais internacionais tem sido marcada por disputas estratégicas por mercados, recursos e influência geopolítica. Em meio a crises energéticas, rearranjos produtivos e pressões por novos parceiros econômicos, acordos multilaterais voltam a ocupar papel central na redefinição do comércio global.
Em fevereiro de 1936, quando Tempos Modernos estreou nos cinemas, o mundo tentava respirar depois da Grande Depressão. Noventa anos depois, as máquinas continuam ligadas — talvez mais silenciosas, talvez mais digitais, mas não menos vorazes. Chaplin sabia: o ritmo imposto ao corpo humano pelo lucro não envelhece, apenas muda de forma. A linha de montagem que engole Carlitos ainda corre diante de nós, agora em telas de celular, trabalho por aplicativos, metas e algoritmos.
Cuba vive sob a sombra de ameaças e chantagens dos EUA desde a revolução de 1959. Mas a atual escalada imperialista de Donald Trump nas Américas representa um dos perigos mais sérios que seu povo enfrentou em todo esse tempo.









