Em 1º de março, celebrando os 140 anos do fim da Guerra Grande [1864-70], no Parque Nacional Cerro Corá, onde Francisco Solano López caiu lutando no último ato de resistência, o vice-presidente paraguaio exigiu a…
Memória & Consciência
É um lugar comum dizer que a mídia ocidental privada, aquela propriamente capitalista, cujo negócio é não apenas ganhar dinheiro, mas direcionar a opinião pública para que o sistema se mantenha vigoroso, mente, distorce ou,…
Falsos, Apócrifos ou Adulterados? Quando as pessoas ouvem falar de “documentos falsos”, o primeiro que aparece na mente é um conjunto de outros produtos também chamados de falsos ou falsificados. Pensamos em…
A Religião doutrina, mas a Ciência também o faz. Nem por isso, contudo, deixam de ter seu valor como modelos de orientação da humanidade.
Este artigo visa discutir com algum cuidado o problema dos DH em Cuba, sua relação com os Direitos Sociais, e o argumento do governo cubano sobre sua necessidade de segurança. Se foca no trabalhador que morreu de greve de fome, e se discute a posição da comitiva brasileira.
Neste artigo é analisada a discusão com o general que foi eleito pelo senado para o Tribunal Militar, e sua atitude homofóbica. Em concordância com ativistas européus e americanos, defendo a teoria de que a comunidade gay não deveria tentar integrar-se a uma instituição que viola TODOS os Direitos Humanos desde a origem da humanidade.
Autor de mais de 30 livros sobre a cultura dos povos nativos, Daniel Munduruku é considerado um dos mais influentes escritores da atual literatura indígena produzida no Brasil. Formado em filosofia, com licenciatura em história e psicologia, e doutorando em educação pela USP, afirma que a escola brasileira ainda reproduz uma visão meticulosamente construída pelos colonizadores no século 16. Visão que, segundo ele, seria responsável pelo preconceito contra os índios.
Na Parte 1 nos referimos às Comissão de Verdade e Justiça (CVJ) procurando suas origens nos Tribunais contra crimes contra da humanidade, com os exemplos de Nuremberg (1945-47), da Grécia (1975), da Argentina (1984), e da África do Sul pós-apartheid. Apresentei depois o projeto de Anistia Internacional para o Brasil, tornado público após do anúncio do PNDH-3. Analisamos as manobras conceituais de grupos inimigos dos DH, aliados dos militares, tentando comparar os crimes atrozes das ditaduras, com as reações desesperadas das vítimas que tentaram defender-se como podiam. Essa divisão entre carrascos e vítimas conduz naturalmente a uma divisão entre repressores e resistentes. Mostra-se que crimes cometidos pela repressão não são anistiáveis, pelo menos em sua ampla maioria, e que a CVJ deve incluir a punição dos militares de maneira explícita e eficaz.
Há exatos cem anos, saía da vida para a história um dos maiores brasileiros de todos os tempos: o pernambucano Joaquim Nabuco. Político que ousou pensar, intelectual que não se omitiu em agir, pensador e…







