Quando não escrevo, falta-me alguma coisa. Falto-me a mim mesmo. Mas não no sentido de falta como pecado, erro, e sim de ausência. Se não escrevo, é como se eu não estivesse. E gosto de…
Cultura
Continua o artigo sobre cientistas e inventores geniais que foram execrados pelos colegas no seu tempo, muitos considerados loucos. Agora outros exemplos, como Barry Marshall, médico australiano que, no desespero, chegou a fazer o experimento com seu próprio corpo. Outro, o físico norte-americano Robert Goddard, que previu que um foguete poderia funcionar fora da atmosfera. Foi arrasado pelo The New York Times, que veio a se retratar 49 anos depois, de maneira simplesmente injusta.
A história mostra que sempre foi difícil pensar diferente. De vez em quando aparece alguém com uma ideia diferente e revoluciona tudo. Imediatamente aparece a etiqueta: é um louco, está louco. Muitos deles receberam um reconhecimento quando já não viviam para poder desfrutá-lo, ou viram como outros, mais poderosos, mais próximos ao establishment, mais “conhecidos”, ficaram com um crédito que não lhes pertencia.
Por Marcos Terena Hoje é Dia do Índio. Então eu vou dar uma de Índio. Vou tomar um banho gelado. Vou correr pela praia. Vou comer umas bananas. Vou ficar parado de olhos fechados esperando…
Fruto dos mais de quarenta anos de cursos sobre O capital de Marx (livro I) lecionados pelo geógrafo marxista David Harvey em universidades ao redor do mundo, Para entender O capital é uma obra ao mesmo tempo sintética e densa…
Había empezado a leer la novela unos días antes. La abandonó por negocios urgentes, volvió a abrirla cuando regresaba en tren a la finca; se dejaba interesar lentamente por la trama, por el dibujo de…
Em 2011, a Boitempo deu início a uma de suas maiores empreitadas editoriais: a tradução completa de O capital, a principal obra de maturidade de Karl Marx. Em março de 2013, em meio ao projeto MARX: a criação destruidora, um conjunto de eventos que reuniu milhares de pessoas para debater a atualidade de seu pensamento…
O jornalista Millôr Fernandes (1923-2012) disse certa vez em uma entrevista: “eu não vivo no Brasil, eu vivo no Rio de Janeiro”. Isso não quer dizer, porém, que ele era um homem provinciano. Ao contrário. Demonstra apenas que ele enxergava no Rio uma representação em escala menor do Brasil, assim como via em Ipanema uma versão diminuta da “cidade maravilhosa”…
Oigo la lluvia cayendo en el patio, y es inevitable. Como en tantas otras oportunidades, viene a la memoria la canción Beatle respectiva: Rain, en este caso. Un perro ladra a lo lejos. La literatura…
