Reciclando…

reciclar

“Restodonté”, “Tacoquitem”, “Soborô”…
Reaproveitar os restos de comida é uma arte que recusa jogar fora o que ainda tem valor, ainda que seja um minúsculo “restinho” daquilo que foi preparado com carinho, criatividade, custo e conhecimento…
Basta dar uma nova cara num novo sabor, e “tcharam”: Um novo alimento pra ser degustado, fazer bem à saúde e ao bolso!
Por outro lado, se não tomar cuidado, há o risco de servir um alimento, cujo gosto alterado ou de integridade duvidosa, põe em risco a harmonia da mesa… do banheiro… Xiii…
Não é esse o movimento da vida?
Guardar e reaproveitar o que tem valor para alimentar nossa alma?
Saber desfazer-se de algo que se estragou ou não presta mais?
Se não fizermos isso no dia-a-dia com comida, sapatos, roupas, livros, aprendizados, sonhos, mágoas e paixões, corremos o risco de nos apegar ao que já não existe, ou manter guardadas e esquecidas coisas de valor até que fiquem inúteis, cercando-nos de coisas que tornam a vida indigesta… congestionada… melancólica…
Portanto, de tempos em tempos, é bom vasculhar a geladeira, os armários, os relacionamentos, a mente, o coração…
Analisar, recolocar ou desapegar-se em tempo oportuno, reencontrando preciosidades e despedindo-se do que já partiu, mantendo aquilo que ainda tem valor invisível… energia vital.
Dessa forma, em processos criativos, alegres, e por que não, sofridos,
Conseguimos mais espaço e liberdade, para um viver mais saudável!

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