Presente

A celebração, ontem, do dia das mães, me trouxe para o seio da família.

Estar presente do meu modo, um modo que é aceito por todas as pessoas, me permitiu desfrutar da quietude e do rebuliço simultaneamente.

Costurando histórias e sentires, enquanto repousava na rede, me vi a contemplar as nuvens no céu azul celeste.

Uma profunda quietude tomou conta de mim. Lembrança da família próxima e distante. Os sentires que me fazem.

As pessoas chegam e partem. Um dia será a minha vez de passar também. Enquanto isso, aprecio o viver como algo em constante renovação.

Posso estar aqui, de fato estou aqui. Se apenas um dos passos passados faltasse, não seria quem sou nem estaria como estou.

Estou bem. Uma história costurada a muitas mãos. Um tempo novo que me repõe na essencialidade do meu ser.

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