
Precisamos repensar valores quando vinculamos o emprego público nosso de cada dia à estabilidade do trabalhador. Os servidores fluminenses licenciados por problemas de saúde passam por um sufoco quando vão à perícia médica do Governo do Estado do Rio de Janeiro, situado na Rua Silva Jardim, na Praça Tiradentes, no Centro.
São servidores das mais diversas áreas e que vêm dos mais diversos municípios e esperam durante horas ( em média de 5 a 6 horas) em péssimas condições na fila, em um ambiente sem ventilação à espera para do exame do médico perito. Segundo denúncia que chegou ao Fazendo Media de um servidor licenciado que não quis se identificar, os funcionários da perícia médica são grosseiros e chegam a ofender as pessoas que estão na fila. Somente um médico atende para uma média de mais de cem pessoas. Metade pela manhã e metade à tarde. Um problema que já é antigo – desde 2007- ainda parece não estar resolvido, segundo a matéria veiculada no blog do jornalista Sidney Resende (http://www.sidneyrezende.com/noticia/4213+centro+de+pericias+medicas+do+estado+e+a+%E2%80%9Ccasa+dos+horrores%E2%80%9D+diz+cabral )

No mês passado, a Secretaria Estadual da Educação divulgou que irá contratar uma empresa privada para passar, segundo o Globo on-line, o pente fino nas licenças médicas concedidas aos professores. Trata-se de uma situação desesperada do estado do Rio, que ocupa a penúltima posição do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no ensino médio entre as redes estaduais, ficando à frente apenas do Piauí. Veiculado também no blog do Sidney Rezende, em 07 de outubro de 2010, no texto Declaração Desastrosa, o novo secretário estadual de Educação do Rio de Janeiro, Wilson Risolia, foi infeliz ao dizer: “até por formação, tenho este vício de pensar a Educação como negócio: estou sendo contratado para levar um negócio a um público e preciso saber se o meu produto é bom, e como o meu receptor, que é o aluno, está recebendo este produto”.

Será que obrigar o professor servidor do estado a trabalhar sob condições ruins trará a qualidade de ensino ou reforçará o que já existe? Uma geração de analfabetos funcionais de escolas, fábrica de canudos. Atualmente existem cerca de 8 mil professores afastados das salas de aula por motivos de saúde. Ao pedir esclarecimentos sobre as denúncias que chegaram ao Fazendo Media , a assessoria de comunicação da Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil – Sesdec/RJ informou em nota que o superintendente de Perícia Médica e Saúde Ocupacional, Eduardo de Oliveira Santos, desmentiu a informação, alegando que esteve o dia todo de quinta-feira, 10/02 (dia da denúncia), na unidade citada e não presenciou fatos como iluminação inadequada ou usuário deitado no chão. Em nota ele também esclareceu que havia quatro médicos atendendo aos usuários que buscaram o serviço, sendo que às 16 horas destes dias todos os presentes já teriam sido atendidos e praticamente não havia mais movimentação de pessoas que não trabalham na unidade. Ao perguntar para a assessoria de comunicação sobre o atendimento aos servidores licenciados que comportam as mais diversas enfermidades em um mesmo ambiente de espera, não obtivemos resposta.Imaginem um tuberculoso e uma gestante em uma mesma fila?!

acho que esse assunto é muito complexo e tem que ser tratado a partir de várias perspectivas. ao mesmo tempo, as condições de trabalho desses servidores que atendem os outros servidores são péssimas, tanto para os médicos como para aqueles que atendem a esse público. está tudo errado na área do Estado. a informatização não chegou a esse setor e os servidores, de todas as áreas, ficam presos a essa burocracia do papel e do carimbo…o problema, a meu ver, não está no atendimento e no seu atraso e sim na necessidade de passar por uma situação dessa, o da perícia médica que num primeiro momento quer periciar o diagnóstico de um médico. ao mesmo tempo existem pessoas que burlam a lei e que não querem trabalhar na rede mas querem continuar recebendo…e aí, fazer o que com esse tipo de profissional? é tudo muito complexo…
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Ao entrar no prédio da Perícia do Estado, transportamo-nos a uma narrativa kafkiana. Lugar escuro, sombrio, onde a burocracia imbecil e minuciosa, o desprezo e a indiferença são forças claras, óbvias a esmagar e oprimir. Você não trouxe o contra cheque do mês? Volta! Não tem o parecer médico completo e BIM (Boletim de Inspeção Médica) no prazo de validade? Volta! Não importa se você está em uma cadeira de rodas ou engessado, o parecer médico tem que ter o CID (Código Internacional de Doenças) – perna quebrada, hemorragia, tuberculose, loucura sem CID não entram naquele estranho lugar!
Se você conseguir passar pela portaria, verá homens com doenças desconhecidas a fungar, a tossir, a esconder a cabeça entre as mãos, talvez envergonhados por estarem a poluir a atmosfera de mulheres grávidas e de frágeis bebês de colo. Há senhoras com o braço engessado, estranhos uivos dos que enlouqueceram, outros tentando descansar em bancos imundos para, talvez, esquecer a febre, a dor que teima em persistir; todos com seus exames, radiografias, pareceres datados, precisos – a falta de um mínimo papel pode significar uma humilhação a mais; um grito a mais; a volta para o início do processo; recolher toda a papelada de novo; passar por médicos; implorar por um BIM (Boletim de Inspeção Médica) de novo em seu local de trabalho. Tensos, angustiados, cansados – estão todos doentes, precisam de ajuda, de cuidados médicos. Necessitam ser tratados como seres humanos e não como lixo humano, mas é dessa forma que o Estado do Rio de Janeiro vem tratando os seus funcionários – há décadas e governos e governos.
Para completar a atmosfera de “O processo”, os que trabalham naquele lugar ouvem cada pergunta que lhes é feita com um esgar de impaciência, de desprezo – como se estivéssemos ali a pedir, qual fôssemos mendigos ou bandidos, misericórdia ou clemência por algum ato infeliz cometido; viram-nos as costas e nos deixam a falar ao vazio; gritam conosco; mergulham entre pilhas de papéis amarelados; mal-humorados, movem-se com lentidão, os pés semi- chumbados no chão imundo e quente. Os médicos estão sempre a suspeitar de alguma coisa – lêem cada parecer com a atenção de um investigador policial, fazem-nos perguntas estratégicas, ouvem atentamente a nossa voz com a intenção de perceber alguma farsa – como se estivéssemos sempre a protagonizar um engodo e não houvesse realmente uma perna quebrada ou mesmo um câncer alojado em alguma parte de nosso corpo – diga-se de passagem, fielmente retratados por radiografias e ultra-sonografias. Aquele lugar parece a triagem de um reformatório ou, quem sabe, de um bureau neonazista.
Os imbecis ideológicos, sempre fiéis ao “senso comum”, vivem a repetir a mesma coisa – há funcionários que “enganam” os médicos. Preguiçosos, não querem trabalhar e por isso inventam doenças a fim de parasitarem o Estado. Já visitei aquele inferno algumas vezes e não vi nenhum – convido-vos a ir lá e encontrá-los. Se houver – sempre há qualquer coisa no mundo – creio que seja um. Um entre professoras grávidas desprotegidas, assistentes administrativos infartados, policiais enlouquecidos, diretoras de escola engessadas. Todos humilhados, cansados, tristes. Doentes. Personagens de um circo de horrores, moléstias e desprezos institucionais. Vítimas de um poder arrogante, bruto, apodrecido e insensível tal qual o das ficções kafkianas.
O autor deste depoimento é professor. Seu nome é um fake, pois os Senhores d´O Estado do Rio de Janeiro, além de tudo, são vingativos. Claro.
Ao passar pela experiência de acompanhante de funcionário público do Estado licenciado pela psiquiatria, posso confirmar a denúncia feita a este veículo. Causa indignação o tratamento recebido pelos servidores na unidade de pericia medica do Estado. O local é quente, não possui ventiladores (nestes dias de verão agrava o sofrimento) e a espera pelo atendimento é longa. Os médicos são poucos, o local não é informatizado e os atendentes, por vezes, são grosseiros. A falta de respeito com o trabalhador é muito grande, dando a impressão de que eles são apenas números.
SONETO DOS POEMAS QUE VIRAM
Números traduzem
Cidadãos
Notas em dissonância
Com os tons.
Números identificam
Corações
Órgão em diacronia
Com as razões.
Números reduzem emoções;
RG, CPF, eleitor,
Matrículas, consumidor.
Almas à venda,
Os cadeados, momentaneamente,
Dilacerados foram; a bandeja, a lágrima. Veja.
VOZES DA SENSAÇÃO
Ouvir sua voz é tão bom
Tenho uma ligeira sensação
De não estar tão só na imensidão.
Na imensidão da dor,
Na imensidão da ignorância,
Na imensidão do preconceito
Do desamor.
Ouvir sua voz é tão bom
Tenho uma ligeira sensação
De casa, pertencimento, cidadão.
Na fragilidade do homem,
Na fragilidade das silenciosas doenças,
Na fragilidade da nossa pequena convicção
De que a certeza é estar na contramão.
Estou licenciada há 9 meses com transtorno do pãnico e depressão,surtei depois que vi um de meus alunos de 12 anos, ser assassinado dentro de uma sala de aula com 40 crianças,só ando acompanhada e ficar horas esperando ser atendida pelo Todo Poderoso Sr. perito,é um inferno,pra minha mente já atormentada. Quem vai responder pela minha saúde mental? Aos 39 anos,20 deles dedicados á educação pública.que garantia O Estado me dá? Será que um dia conseguirei entrar em uma sala de aula,sem sentir pavor,sem desfalecer de horror e pânico?
Nova servidora se essa visão do inferno que é a perícia médica do Estado permitir. Gente se informe nós temos uma lei que nos ampara. Segundo a mesma estamos isentos de fazer perícia médica para pegar uma nova matrícula no Estado ou Faetec.
A lei é a 1614/90 art 12 parágrafo único.
Discordo inteiramente da reportagem, a perícia médica do Estado do RJ, possui ar condicionado, bancos suficientes, embora não confortaveis, para sentar, diversos peritos para atender, só que um mundo de gente para ser atendido. Estou falendo de conhecimento pois estou de licença médica e de tres em tres meses vou a perícia. Excetuando-se talvez um caso a parte, o atendimento dos servidores é bom. Qto. a foto foi montada por alguem de má indole que queria denegrir a imagem da instituição, pois nos diversos meses que estou de licença, nunca vi ninguem deitado no chão naquele local, até pq. os guardas não permitiriam.
Acredito e concordo com o que foi dito sobre a perícia médica. Sou professora concursada e deficiente física. Quando fiz a inscrição para o concurso coloquei que era deficiente e o Estado me aceitou. Estou quase me aposentando e há alguns anos estou readaptada. Só que moro e trabalho em Niterói e agora, para renovar a readaptação tenho que ir ao Rio. Até aí tudo bem, só que sou cadeirante e tenho muita dificuldade de me locomover. Para ir ao Rio tenho que contratar um taxi para me levar, esperar e trazer de volta. Fica muito caro. Pedi a uma amiga para ir lá marcar e eu só iria no dia da perícia médica. Qual não foi minha surpresa quando o funcionário de lá disse que não podia marcar sem eu ir lá pessoalmente para assinar. Minha amiga argumentou da minha dificuldade e pediu para trazer o papel para eu preencher. Foi negado e confirmaram que eu tenho que ir pessoalmente marcar e depois retornar no dia marcado para a perícia.
Cadê a inclusão que o Estado tanto faz propaganda? Na hora deles facilitarem um pouco a vida do seu próprio funcionário, que é deficiente (cadeirante) e trabalha já há mais de 8 anos readaptada não existe inclusão.
Portanto, acredito no que falaram da perícia médica e não posso a creditar é no Estado, pois sofro na carne a discriminação.
Não é nem tão ruim quanto se fala nem tão bom quanto Alvaro Cunha argumentou. Já esperei até 4 horas para ser atendido, mas foi só uma vez. Na minha experiência – fiquei afastado por 2 anos – a média de espera é de 2,5 horas. Já deitei nos bancos, mas nunca vi ninguem no chão, pois há assentos desconfortáveis em número suficiente. Há ar condicionado, mas não dá vazão no verão. Mas isso acontece frequentemente em locais privados no calor infernal do Rio
Agora, uma coisa que eu esqueci e que achei um abuso. Fecham os portões às 3:45h e não deixam mais ninguém entrar. O horário é até às 16h, ora bolas. A gente fica preso no engarrafamento e ainda paga o pato. Repito, não cheguei às 16:05. Cheguei 15:37h e os portões foram fechados e não teve choro nem vela. Todo mundo que chegou depois de 15:35h teve que voltar para casa…
Tudo no Estado é ruim. O atendimento na perícia é vergonhoso. Os professores são super mal recebidos. Todos parecem ter medo dos funcionários. Além disso, o lugar é escuro e desconfortável, como muitas escolas estaduais. No mês passado, visitei uma escola e fiquei apavorada com as suas condições. Como um sujeito pode trabalhar e estudar em um prédio sujo, vigas aparecendo, banheiro praticamente precisando ser interditado, etc?
A INSPEÇÃO MÉDICA EM NITERÓI TÁ PIOR.
VIDEO:
CABRAL retirou os 2% da saude do servidor e usa o dinheiro da saude do cidadão comum e do SUS pra cobrir as falhas com migalhas.
ISSO REFLETE NA VIDA DE TODA A POPULAÇÃO DO RIO DE JANEIRO.
O tal Álvaro tá escrevendo de qual gabinete?
Ref; FALSIFICAÇÕES EM LAUDO MEDICO PERICIAL INSPETOR PLICIAL CIVIL DE 3ª CLASSE APOSENTADO.
Na data de 17.06.1988, fui aposentado por invalidez permanente no cargo de Detetive por conclusão do Departamento de Perícias Médicas. Todavia depois de treze anos recebendo proventos integrais em 05.07.2001 foi o ato de aposentadoria apresentado ao Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro e reduzido os proventos na proporção de 16/30 avos, através do Processo n° 103.051/01.
Irresignado com a decisão do Tribunal de Contas, foi ajuizado na 9ª Vara da Fazenda Publica, Processo nº 2006.001.015802-9 (atual nº 0015669-81.2006.8.19.0001) visando a concessão da GEAT e anulação da aposentadoria pelos vícios abaixo a expor;
Na fase de juntada de documentos, a defesa do Estado do Rio de janeiro juntou aos autos DOCUMENTO TOTALMENTE FALSIFICADO referente ao LAUDO MÉDICO PERICIAL oriundo do Departamento de Perícias Médicas do Estado, onde consta de forma clara e visível a ADULTERAÇAO DA ASSINATURA DO DR..PEDRO LOUREIRO (Diretor do Departamento de Perícias Médicas do Estado do Rio de Janeiro) em contrafração com os demais documentos expedidos pelo Departamento de Perícias Médicas.(OFÍCIO 366/ADI/SAD datado de 28.04.1988_.
Foi observado também, que o CARIMBO do DR. ANTONIO PARIS, foi inserido no FALSO LAUDO de FORMA INVERTIDA (de cabeça para baixo) além do referido LAUDO PERICIAL ter sido produzido em PAPEL RECICLADO, não existente em meados de 1988.
Consta divergências nos alinhamentos das palavras ,supressão de artigos do Decreto 3.044/80 (Regulamento do Estatuto do Policial Civil sendo alicerçada a aposentadoria no LAUDO FALSIFICADO com base no Decreto 2.479/79 do Regulamento dos Funcionários Civis do Estado do Rio de Janeiro, uma verdadeira incoerência e colisão de normas existentes sem prevalecer a norma especial destinada aos Policiais Civis através do Decreto 3.044/8
Nada obstante essas FALSIFICAÇOES de DOCUMENTOS OFICIAIS acima citadas, foi lançado nas APOSTILAS DO SERVIDOR em epigrafe que a FIXAÇÃO DE PROVENTOS em 25.03.1992, contudo foi publicado esse ato no dia 28.12.2000 ( oito anos depois)?.e o Tribunal de Contas fixou os proventos em 05.07.2001 (?).
Para coroar de êxito as fraudes, consta no LAUDO MEDICO PERICIAL que o motivo determinante da Invalidez Permanente decorre da submissão do comunicante á TRATAMENTO DE SAÚDE pelo período de 10 MESES E 18 DIAS, anteriores á data da efetivação da aposentadoria em 21.04.1988 (data do feriado de Tiradentes). Porém de acordo com o MAPA DE TEMPO DE SERVIÇO DA POLÍCIA CIVIL COMPROVA AO CONTRÁRIO, desmentindo o ato administrativo. Eis que se encontra consignado que o Policial Civil comunicantes se ENCONTRAVA DESDE JANEIRO DE 1985 ATÉ 20.04.1988 EM PLENO EXERCÍCIO DA ATIVIDADE POLICIAL CIVIL. Logo faz cair por terra o contido no Laudo Médico Pericial.
Para melhor comprovar a fraude, as falsidades documentais e ideológica foi requerido na 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça EXIBIÇAO DE DOCUMENTOS, ou seja, PARA QUE O ESTADO DO RIO DE JANEIRO EXIBA O LAUDO MEDICO PERICIAL OFICIAL, ORIGINAL, nos autos do PROCESSO Nº 0020338-44.2010.8.19.0000, sem que fosse cumprido o Acórdão determinando a exibição em comento.
Entretanto, a 17ª Câmara Cível nos autos da AÇÃO Nº 0015669-81.2006.8.19.0001 determinou a INSTAURAÇAO DE INCIDENTE DE FALSIDADE DOCUMENTAL no ano de 2009, porém o PROCESSO MOFA NOS ARMÁRIOS DA 9ª VARA DA FAZENDA PUBLICA, aguardando com o passar dos anos que o Autor venha falecer para então negar os aludidos direitos.
Tendo em vista a eterna procrastinação do Processo na Justiça Estadual, foi requerido ao Ministério Publico através do Procedimento nº 201100287618 em 17.03.2010 a instauração de investigação criminal alusiva aos fatos que em tese constitui injusto criminal a ser apurado na seara penal, sem que chegasse ao conhecimento do comunicante qualquer resultado.
Por outro lado, se fosse o comunicante o autor das fraudes, das falsificações certamente a justiça teria anulado o ato de aposentadoria retornando ao serviço ativo sob responsabilidade penal, administrativa e cível pelos danos causados á Administração Publica, obrigado ainda a devolução dos valores percebidos durante o tempo da aposentadoria.
Contudo a maior vigarice, os crimes , as fraudes, falsificações que tornam NULO ( E NÃO ANULÁVEL) O LAUDO MEDICO PERICIAL (objeto), pois se trata de regra de ordem publica, pois o ato se encontra revestido de ilicitude )contrário ao ordenamento jurídico, POIS SOMENTE VIERAM Á TONA, por força da DEFESA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (na peça de bloqueio) para elidir, extinguir direitos subjetivos alegados pelo comunicante, (revisão dos proventos diante da ilegalidade dos atos do Tribunal de Contas em virtude da decadência ou prescrição em desfavor da Fazenda publica para reduzir proventos depois de ultrapassados cinco anos).
Com efeito, na contestação do Estado, adveio o LAUDO MEDICO PERICIAL totalmente ADULTERADO, MODIFICADO e mais grave ainda a justiça mantendo-se inalterada a situação do Policial Civil comunicante LESADO, e recebendo minguados proventos.
Essa é a expressão da verdade real dos fatos podres do serviço publico estadual. Rio de Janeiro, 4 de Janeiro de 2012.
Julio César Teixeira da Rocha. Telefone 21-7238-4328
Inspetor de Policia Civil de 3ª Classe Aposentado
Uma dúvida.
Os juizes, promotores, desembargadores também fazem perícia lá?
tenho transtorno bipolar agressivo recebo pensao do meu pai falecido militar ha 9 anos ja tinha matricula no banco e na rioprevidencia e o documento de implantaçao depois disso tudo moro em niteroi pericia pra tiradentes mandou e aerograma para casa da minha mae todo rassurado me comunicando pericia 8/11/2011 depois de nao ter nada pendente fiz a pericia com dois medicos que nao olha nem pra voce ver todos os laudo medicos e remedios que tomo nao por querer se nao tomar tenho crises horriveis quando voltou o processo para riopredencia niteroi aquelas mulheres nao te tratam bem e pergunta se eu fiquei triste porque o dr eduardo de oliveira superidente da pericia medica indeferiu moro com meu filho nao tenho infelizmente condiçoes de trabalhar sou divorciada meu pai quando vivo me ajudava muito meu psiquiatra achou um absurdo so foi colocado que foi indeferido nem o laudo foi colocado po favor nao sei o que fazer por favor reveja o meu problema que e muito serio tel 27093867 meu filho foi quem escreveu para mim que nem isso eu faço mais ja pensei em procurar esse medico devido esse meu problema psiquiatrico nunca sei o meu comportamento
como vai ser resolvido o meu problema junto a esse orgao
Boa noite!.. estou licenciado a um ano e um mes ineterruptos, devido a acidente de trabalho, passei por peritos em duque de caxias e depois de 90 dias fui encaminhado para junta médica. tenho sido bem atendido tanto pelos funcionários, quanto pelos médicos perítos, nunca presenciei maus tratos por eles praticado a nenhum paciente. o que acontece é que as pessoas quando vão para fila comprar ingresso para o carnaval, futebol, etc, ficam horas e horas na fila sem reclamar, quando tem que entrar em fila para médico, banco, mercado e outros, reclamam porque querem sair logo dali com o intuito não sei de que. Os funcionários da perícia trabalham com o que eles tem, e é bem pouco, porém fazem milagres. outra coisa. o ambiente tem ar condicionado a mais de dois anos e é bem gelado.
É UMA VERGONHA SERVIDORES DO ESTADO DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO VIAJAM A NOITE TODA E ESPERAM O DIA INTEIRO PARA SER ATENDIDOS POR “MEDICO” ARROGANTES, QUE HUMILHAM OS SERVIDORES, ONDE ESTÁ A REDE GLOBO PARA DENUNCIAR ESTA VERGONHA, PACIENTES COM DOENÇAS SERIAS SÃO TRATADOS como lixos por esses idiotas que se se dizem médicos, mas alguns estao abaixo da categoria irracional, que são muito melhor que eles,
que esta havendo com esse departamento,que a pessoa escreve o nome certo e aparece o nome errdo, que fazer o favor de prestar atenção seu terceirizado de merda.
para de mentir estou a dois anospara que mande o processo para sipam da sesp.que falta de educaçao e respeito aos funcionarios mande logo para a sesp.
RESPEITE O SERVIDOR IDOSA, deixa de frescura e mANDE LOGO.