Bens não podem ser considerados riqueza se não podem ser partilhados ou transformados em bem à humanidade e ao planeta em que vivemos.
Petróleo, ouro, saúde, beleza, paz, alimento, alegria, moradia, conhecimento, paisagens, talentos, fé, eletrônicos, família, amigos… São riquezas na medida em que nos tornam mais humanos e contribuem para que esse mundo seja melhor.
Por isso, acolho e compartilho tudo (inclusive os erros) que me tem ensinado e faz crescer, sejam coisas, vivências ou pessoas, mesmo incompletas, como eu, que tateando e balbuciando, buscam caminhos e tesouros duradouros…
Anseio por preciosidades que se não evaporem do coração quando vêm as dificuldades… Que façam corações baterem fortes, olhos enxergarem cores, mentes renovarem, a compaixão doer, a fé renascer…
Assim prossigo, compartilhando dores e amores, minha e de outros, num processo solidário e horizontal, às vezes, solitário, vertical e transcendente, que enriquece a alma!


Maravilhoso texto! Muito profundo!
“Anseio por preciosidades que se não evaporem do coração quando vêm as dificuldades… ”
Tenho vivido constantemente esta busca por preciosidades perenes, e aprendizados que transformam… E creio que esta luta nunca deve ter fim…
Texto breve e sábio. Obrigado, Mey, por nos lembrar destas coisas boas que nos fazem crescer a nós, humanos!
Texto reflexivo – A natureza humana clama por riqueza e “O que são riquezas?”
Mey você nos transportou ao paradigma da alma, onde brota a verdadeira riqueza do ser..
Peço vênia, por ter transcrito uma frase do seu texto no facebook, todavia,tive o cuidado de fazer referência à revista e a autora, pois entendi que a rede social precisa ter acesso a simplicidade que é a verdadeira sabedoria. Parabéns!