Os últimos acontecimentos no Oriente Médio, envolvendo mais um dos infindáveis atos terroristas de um estado que se diz constantemente ameaçado por terroristas, obrigam a algumas reflexões. O mundo constata, não sem estupor, que a lei do mais forte continua a preponderar nas relações internacionais, sem qualquer contrapeso das Nações Unidas, mais uma vez a reboque dos interesses dos que mandam.
Isto não é novidade, em se tratando de Israel na sua política de genocídio contra o povo palestino. Mas isto, mesmo não sendo novo, nos leva a refletir sobre por que algumas culturas e povos que foram objeto de terrorismo de estado, tornam-se terroristas de estado. Israel mantém uma relação violenta com os palestinos desde a sua criação, e isto não é por acaso.
Um estado de guerra permanente interessa a quem vive da guerra e para a guerra, os fabricantes de armas e os países cujos governos vivem do terror. Da ameaça de guerra e da guerra. Leia-se: Estados Unidos, Inglaterra, e seus sócios: França, Alemanha, etc. E ao mundo, o que interessa?
O Brasil tem entrado no cenário internacional, a través da figura e da atuação do presidente Lula, para tentar o que não querem os senhores e senhoras da guerra: o diálogo, a escuta do outro, a negociação.
As Nações Unidas dizem condenar a matança israelense dos que navegavam na barca atacada, que levava ajuda humanitária para os palestinos em Gaza. Uma condena que não condena, não é condena, todos sabemos. A ordem política internacional, na contramão da ampla caminhada da sociedade civil em prol dos direitos humanos e da coexistência pacífica entre os diferentes, continua na perspectiva e sob a égide da lei do mais forte, da prepotência, da mentira, da enganação, da impunidade. Esta nova matança judaica não pode nem deve permanecer impune. O nazismo que se esconde sob as práticas do estado sionista, deve ser condenado pelo mundo inteiro, como o está sendo.

Sociólogo, Terapeuta Comunitário, escritor. Vários dos meus livros estão disponíveis on line gratuitamente: https://consciencia.net/mis-libros-on-line-meus-livros/

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No Brasil “em que tudo plantando se dá”, praias, bosques, cascatas e mulheres mais lindas não há, em que as revoluções foram feitas com rosas estampadas em camisetas, e os cadáveres ganharam a vida eterna; nosso por start,”Lulinha paz e amor”, bem que poderia desembarcar de jangada na Faixa de Gaza e distribuir camisetas da seleção canarinho…
Agora falando sério. Wilhelm Rich, em seu livor “O assassinato de Cristo”,uma pérola da ed. Martins Fontes, cita: “O amor, o trabalho e o conhecimento são as fontes de nossa vida. Deveriam também governá-la?”.
Reich afirma que ascrise social advém da incapacidade das pessoas de governarem suas próprias vidas; só os mártires, os heróis, os espíritos puros se entregam a Deus pela vida eterna e se lançam contra o inimigo forte, o “Zé Ninguém”, que também é o outro nome da peste.
Rolando Lazarte vc quer dizer que nunca houve tentativa de destruir Israel e que após a declaraçao de independencia de Israel feita por Ben Gurion Israel nao foi atacado ?
Em nome da segurança dos estados, as piores atrocidades sáo cometidas desde tempos imemoriais…..