Lendo

Dois breves textos, um de Julio Cortázar (“Gardel,” in: Valise de cronópio) e um poema de Lya Luft (“Desatino”, in A casa inventada) me trouxeram um efeito salutar que quero compartilhar com as nossas leitoras e leitores.

Recuperei alegria, energia e ânimo. Palavras certeiras. A vida em primeiro plano. A vida vivida. O cotidiano. Morte, família, sonhos. Cultura. Tudo numas poucas páginas.

Quanta riqueza! Me admira como a vida toca no imediato, se nos deixarmos tocar. Uma respiração, uma conversa atenta, um diálogo sincero. Tudo pode ser uma porta aberta para a surpresa que renova.

Deixe uma resposta