As memórias vão se organizando
Ocupando o seu lugar
A leitura do livro de Valter Hugo Mãe, “Filho de mil homens”
“Hijo de los hombres,” poema meu de 1980
“Mi rostro” (2024)
Rosa
Este livro me trouxe a recordação do reflexo da minha pluralidade, a minha diversidade, o que me compõe. O que sou.
Aceitação de si: felicidade
As relações nos completam. Respeitar a dor que me fez ser melhor, faz com que a dor não se repita.
Família ampliada
Tive um vislumbre da minha totalidade. Não me forço mais nem a ir nem a não ir. Me deixo levar. Vejo o que quero.
Vozes presas se soltam. Voz alheia se vai.
Pertencimento. Identidade. A luta da minha vida. Luta humana.
Entre o canto, a estreia no coral “Vozes da ADUFPB” em 19 de novembro, e esta nova estreia, estou no céu. O céu é aqui.

Sociólogo, Terapeuta Comunitário, escritor. Vários dos meus livros estão disponíveis on line gratuitamente: https://consciencia.net/mis-libros-on-line-meus-livros/
