É o que deveríamos parar de fazer. A ideia do fechamento nos remete a diversas expressões contemporâneas. “Fechar um negócio”, “fecho contigo”, “então fechamos assim”.
A abertura, por outro lado, é a atitude da qual estamos precisando. Nos abrir para outras experiências, pessoas, virtualidades.
O fechamento rege um pouco a sociedade brasileira. Em comunidades, negócios, em casa, em nossos casulos ideológicos. Estamos nos fechando, enquanto abrimos caminhos para a intolerância. Por omissão ou explicitamente.
Jornalista, 44, com mestrado (2011) e doutorado (2015) em Comunicação e Cultura pela UFRJ. É autor de três livros: o primeiro sobre cidadania, direitos humanos e internet, e os dois demais sobre a história da imigração na imprensa brasileira (todos disponíveis em https://amzn.to/3ce8Y6h). Saiba mais: https://gustavobarreto.me/
